quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

OS MISTÉRIOS DO NUMERO CINCO

Depois do número treze, o número 5 é o menos apreciado  porque tem relação com a morte. 

Contudo, alguns estudiosos de numerologia bíblica acham que ele se refere à graça. 

Este número tem relação com as cinco chagas de Cristo, conforme um hino composto por Charles Wesley, irmão de John Wesley, e também com as cinco peças do vestuário de nosso Senhor, na hora da morte. 

Desse modo, este número está ligado à morte, a qual resultou em graça para todos que aceitam pela fé o sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo. 

Ao mesmo tempo, ele significa morte eterna para todos os que o desprezam. 

A palavra graça tem cinco letras em inglês (e  também em Português). 
É claro que esta palavra só se refere a uma entre bilhões de mortes no planeta terra. 
De fato, a única razão da morte de Cristo estar conectada ao número cinco é por causa da graça dela resultante. 

O “May-Day” é um sinal que aponta para a conexão deste número com a morte. 
Maio é o quinto mês do ano e pode ser que tenha algo a ver com a morte. 

Mas será coincidência que o sinal de SOS tenha quinhentos quilociclos e que se refira ao parágrafo cinco do código de acidentes marítimos? 
E que todo animal era sacrificado num altar do Velho Testamento de cinco por cinco? Nesse caso, não seria o altar um tipo de morte e, ao mesmo tempo, de graça e perdão de pecados?

O primeiro homem falecido de morte natural (e não assassinado como Caim) é citado no verso cinco do capítulo cinco de Gênesis. Esse homem foi o pai da raça humana, o qual, pela sua desobediência a Deus, trouxe a morte para todos os homens. 

Enquanto isso, o segundo Adão, Cristo, pela sua morte, trouxe a graça a todos os que nele crêem.
O homem mortal, condenado a voltar à terra de onde veio, tem cinco dedos em cada mão e cinco artelhos em cada pé. 
Também a estátua do sonho de Nabucodonosor, representando os governos mundiais, tinha cinco artelhos em cada pé e estes significam destruição. 
Quando a pedra (Cristo) for arremessada e destruir a imagem (provavelmente representando as dez nações gentílicas reunidas contra o povo de Deus), ela será arremessada diretamente contra os  artelhos da estátua, ou seja, duas vezes cinco, somando dez,  que é o número dos gentios.

O “5” tem muitos significados, todos estreitamente relacionados. 5 É um número incompleto, e é o número da responsabilidade do homem diante de Deus. Devido ao fato de não ser completo, ele sugere responsabilidade. 5 é 4+1. 4 representa o homem criado, enquanto 1 representa o Deus independente. Sendo assim, 5 é o homem perante Deus. Conseqüentemente, por um lado, representa a graça de Deus para com o homem; por outro lado, representa a responsabilidade do homem diante de Deus. 
Abaixo de ter recebido a graça de Deus, o homem é naturalmente considerado responsável para Deus. A não-plenitude do numeral 5 pode ser vista facilmente. Os cinco dedos das mãos e os cinco dedos dos pés do homem são apenas metade do numero total de dedos das mãos e dos pés. 
No quinto dia Deus criou as criaturas viventes do mar, mas não havia ainda vida na terra. Na abertura do quinto selo, quão ansioso estão os mártires das eras pelo fato de não terem ainda recebido suas coroas (Ap. 6:7-11). A ira da quinta taça é derramada no trono da besta, mas o poder da besta ainda aguarda sua completa destruição (Ap. 16:10-11). Das virgens, cinco são sóbrias e cinco são tolas (Mat. 25:2); significando que na vinda do Senhor Jesus Cristo nem todos estão salvos. 

5 também fala da responsabilidade do homem através da graça. 
A consagração de Arão e seus filhos (Levítico 8) e a limpeza da lepra (Levítico 14) são cheias de significado. 
Sangue é aplicado na ponta da orelha direita, no polegar da mão direita, e no dedão do pé direito. Orelha, polegar e dedão são totalmente relacionados ao número 5. A orelha é um dos cinco órgãos; o polegar é um dos cinco dedos da mão, e o dedão é um dos cinco dedos do pé. Esses três representam a pessoa em sua totalidade – como ela deve usar sua orelha para ouvir a palavra de Deus, sua mão para fazer a obra de Deus, e seu pé para trilhar o caminho de Deus. 
Ele primeiro recebe graça através da aplicação do sangue precioso. Então, tendo sido purificado pelo precioso sangue, todo o seu ser é responsável perante Deus para caminhar de forma digna da graça do seu chamado. 4 é um número fraco; sem que lhe seja adicionado o 1 para que se torne 5, não é capaz de tomar qualquer responsabilidade. Tome a ilustração da mão: embora os quatro dedos sejam um tanto vigorosos, se não existir o polegar, a mão não pode assumir responsabilidade. O Senhor Jesus usa cinco pães para alimentar cinco mil famintos (Mat 14:17); isso expressa a graça do Senhor. Davi escolhe cinco pedrinhas para abater Golias (1 Sam. 17:40); isso expressa a responsabilidade do homem. O quinto livro da Bíblia, Deuteronômio, relata como as pessoas são responsáveis depois que Deus dá graça. O quinto reino do mundo será o reino do Senhor Jesus Cristo (Daniel 2:35,44; Apoc. 11:15). Todos os que desejam entrar no Seu reino e reinar com Cristo tem uma tremenda responsabilidade! Mateus 5-7 diz quais são as condições. Deuteronômio, o quinto livro da Bíblia, fala também de como as pessoas devem se comportar depois de haverem entrado na terra prometida, que é um tipo do reino do nosso Senhor Jesus. Pentecostes e o qüinquagésimo dia depois da Páscoa. Tipifica a vinda do Espírito Santo e a formação da Igreja com os Judeus e os Gentios (ver Levítico 23:15-21, onde os dois pães representam a Igreja composta de Judeus e de Gentios). As pessoas recebem o Espírito Santo pela graça; mas qualquer um que mentir ao Espírito Santo recebera severo julgamento, e isso é responsabilidade. 
O livro de Levítico usa cinco ofertas para representar o único e eterno sacrifício do Senhor Jesus, para o qual os homens são tornados responsáveis.
As cortinas do tabernáculo são 5 em número, acopladas umas nas outras, e os pilares do painel são 5 em numero. 5 é o número freqüentemente usado no tabernáculo.

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Dr. Peter Ruckman



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domingo, 18 de dezembro de 2016

OS MISTÉRIOS DO NUMERO QUATRO

O número quatro aparece pela primeira vez na Bíblia em Gênesis 2:10, que diz: “E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços”.

Em Gênesis 14 encontramos quatro reis – o de Sinear, o de Elasar, o de Elão e o de Goim – fazendo guerra contra os cinco (número fatídico) de Bera, Birsa, Sinabe, Semeber e o rei de Belá.

         Do número quatro se origina a palavra quarto, a qual aparece pela primeira vez na Bíblia e em 1 Reis 22:41, que diz: “No quarto ano de Acabe, rei de Israel...” Em Êxodo 29:40 temos a quarta parte de um him, determinando a quantidade de coisas que deveriam ser usadas no sacrifício.

         Supõe-se que o número quatro é o que representa a terra. A Bíblia não coloca muita ênfase neste assunto. Ele é considerado o  número da terra porque esta possui quatro estações: primavera, verão, outono e inverno. Contudo, na Bíblia  as estações mencionadas são seis: inverno, verão, sementeira, colheita, frio e calor, conforme Gênesis 8.

Recentemente foi comprovada pela ciência a existência de quatro cantos na superfície da terra são os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste oeste. Juntando-se a isso o fato de existirem quatro estações pode-se realmente concordar em que o número quatro representa a terra.
 Os elementos básicos são quatro: fogo, ar, terra e água, o que é bastante significativo. Pelo menos era assim que os antigos pensavam. Contudo, na química moderna há dezenas de elementos.

Os antigos hebreus eram obrigados a compensar com quatro ovelhas, uma que tivessem roubado (Êxodo 22:1).

Moisés recebeu ordena para colocar quatro argolas nos cantos de todos os utensílios do tabernáculo. Havia quatro fileiras de pedras (três pedras em cada fileira) representando os filhos de Israel.

Sem dúvida a fórmula três vezes quatro está conectada com os filhos de Israel.

Em Gênesis 4:10 lemos sobre o assassinato de Abel cometido por Caim. Aí temos a frase: “A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra”.

Muitas coisas acontecem no capítulo 4, além da terra ter sido profanada com o sangue de um inocente.

No capítulo 4 de Êxodo temos a vocação de Moisés.
Em João 4 temos o diálogo de Jesus com a mulher samaritana.
Pelo visto, o número dos capítulos tem algo a ver com a definição dos versos e com o número de versos.

A palavra quatro aparece mais vezes no capítulo 1 de Ezequiel do que em qualquer outro capítulo da Bíblia. Neste capítulo  ela aparece dez vezes, falando dos “quatro seres viventes”, cada um com quatro rostos, cada um deles com quatro  asas, etc. Sem dúvida trata-se de querubins e mais uma vez referindo-se à terra. Como  iremos descobrir mais tarde havia cinco querubins da guarda, até que um deles perdeu o lugar diante do trono de Deus, tendo restado apenas quatro.
Esses quatro querubins estão relacionados com coisas da terra:

1.     Os quatro “tinham semelhança de homens”, a coroa divina da criação.
2.     Os quatro “tinham mãos de homem” e os “seus rostos eram como rostos de homem”.
3.     Cada um deles tinha quatro asas.
4.     “Do lado direito todos os quatro tinham o rosto de leão”.
5.     “Do lado esquerdo, todos os quatro tinham o rosto de boi”.

Como vemos, homem leão, boi e águia são seres terrestres oriundos da criação divina – o homem racional e os demais irracionais.
As vestes de Jesus foram repartidas entre os quatro soldados e a quinta peça – a túnica inconsútil – foi lançada em sortes para ver quem a levaria.

Em Apocalipse 7:1, lemos sobre os quatro ventos da terra. Aí temos os seres viventes (Apocalipse 6:1) e o que o vento levanta.
O altar das ofertas queimadas tinha quatro cantos. Lemos em Daniel 2 sobre o quarto reinado, que é o império romano, sendo que desse império – agora em renascimento – teremos o império do Anticristo. O quarto animal de Daniel 3:25 é um como filho do homem, isto é, o Filho de Deus, Jesus Cristo. Deve haver alguma significação para o fato de que Jesus veio até os discípulos andando sobre as águas na quarta vigília da noite. Provavelmente tipificando a sua segunda vinda e m Mateus 14:25 e Marcos 6:48.

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Dr. Peter Ruckman



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sábado, 17 de dezembro de 2016

O VATICANO E OS MÉTODOS DE CIRO DA PÉRSIA

Esdras 1:1-4

1 No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo:

2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá.
Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que está em Judá, e edifique a casa do Senhor Deus de Israel (ele é o Deus) que está em Jerusalém.

3 E todo aquele que ficar atrás em algum lugar em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, com ouro, com bens, e com gados, além das dádivas voluntárias para a casa de Deus, que está em Jerusalém.



Deus está atuando nos bastidores da história controlando tudo.

E PARA HONRAR SEU POVO DEUS USA TUDO QUE ESTÁ EM VOLTA. ATÉ MESMO  O ÍMPIO.

Será que Ciro, o Imperador Persa havia se convertido ao Deus verdadeiro?
Pelas palavras dele, conforme lemos no texto do escriba, podemos até ser tentados a pensar que sim! Todavia o desenrolar da história nos confirma que o interesse de Ciro era outro.

O Cilindro de Ciro, que é um documento histórico real, encontrado em escavações arqueológicas registra que Ciro reedificou templos e restaurou os deuses antigos aos seus lugares de origem.
Todos os templos que o Império da Babilônia destruiu foram reconstruídos por Ciro. 
Não somente o templo de Israel! 
Ciro reedificou  e reconstruiu todos os templos de todas as religiões daquela época.
E Ciro, na expectativa de cair na graça de ‘todos os deuses’ decretava uma ordem depois da restituição de cada templo para cada respectivo deus: 

“POSSAM TODOS OS DEUSES QUE EU RECOLOQUEI EM SEUS SANTUÁRIOS RECEBER UMA ORAÇÃO DIÁRIA A MEU FAVOR.”

Honrando todos os deuses, Ciro pensava poder contar com a ajuda de todos eles.

NÃO MUDOU MUITA COISA DESDE O TEMPO DE CIRO! 
HOJE, TUDO ESTÁ DO MESMO JEITO.

Acontece que o império religioso que domina o mundo de hoje já está em quase todos os países do mundo. 
Em cada país que esse Império chega, ele constrói templos e assimila o costume 
religioso local. Produz o que a ciência da religião chama de Sincretismo Religioso, que nada mais é do que "a fusão de diferentes doutrinas para a formação de uma nova, seja de caráter filosófico, cultural ou religioso. O sincretismo mantém características típicas de todas as suas doutrinas-base, sejam rituais, superstições, processos, ideologias" (https://www.significados.com.br/sincretismo/)

Se em um determinado país, o principal deus é um homem com o corpo todo cravado de flechas, esse reino constrói um templo e coloca a imagem desse deus local, alterando sua história e adequando a crença local à cultura base de sua teologia.
Se em outro lugar, o deus que tem mais devotos é uma mulher com uma criança no colo, não importa! Esse novo Império mundial faz um templo e o consagra a essa divindade.
Se em outra paragem o deus local for uma imagem encontrada no fundo de um rio, esse reino também constrói um templo e motiva a adoração a essa deusa. 

Esse reino invisível redescobriu a fórmula de Ciro da Pérsia. Uma forma sutil de passar sua dominação aceitando todos os deuses e impondo um sincretismo velado, tudo em nome de deus.


O VATICANO NÃO INVENTOU A RODA. NÃO FEZ NADA DE NOVO. 
APENAS COPIOU A FÓRMULA DE CIRO.
EM CADA LUGAR COLOCA UM TEMPLO TOTALMENTE AMBIENTADO COM A IDOLATRIA LOCAL E ASSIM MANTEM O GOVERNO RELIGIOSO, QUE EVOLUI PARA O POLÍTICO, QUE EVOLUI PARA O MILITAR, E ASSIM O VATICANO ESTABELECE SEU DOMÍNIO.

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“continua...”

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M.e. César de Aguiar

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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A INVASÃO BABILÔNICA

O clímax do castigo de Deus pela apostasia judaica está na invasão de Jerusalém pela Babilônia por volta dos anos 605 a.C.

A Babilônia tinha uma política curiosa para conduzir o processo de dominação. Eles invadiam uma nação e matavam a todos que lutavam no front. Todos os guerreiros inimigos eram assassinados no campo de batalha. 
Os que não eram guerreiros e possuíam alguma utilidade eram deportados para a capital. 

Essa era a estratégia de guerra da Babilônia: tirando os nativos de seu lugar de origem, eles suprimiam completamente qualquer tentativa de revolução.

Mas o exílio na Babilônia iria durar pouco: No Egito foram 400 anos. Na Babilônia foram apenas 70.

O Antigo Testamento conta que as forças militares da Babilônia atacaram Jerusalém por três vezes durante período de governo do Imperador Nabucodonosor.
A cada novo ataque a Jerusalém os caldeus evoluíam os castigos que eram aplicados à cidade.
Por ocasião do primeiro ataque, em 606 a.C., o Imperador levou consigo uma grande parte dos utensílios sagrados do templo construído pelo Rei Salomão (Daniel 1:1-2; II Crônicas 36:6 e 7). Nessa ocasião levou também um bom número de jovens reféns, oriundos da alta classe social judaica. Entre esses reféns foram levados Daniel, Sadraque, Mesaque e Abdenego.

Nessa ocasião, curiosamente o reino de Judá era um aliado do Faraó do Egito. E a Babilônia era arquinimiga do Faraó. Foi quando a Babilônia derrotou um posto militar do Egito, localizado na cidade de Carquêmis, que ficava próxima e às margens do rio Eufrates. Em função da derrota dessa base militar o Egito perdeu completamente o controle que mantinha sobre as terras da Síria e da Palestina. Isso permitiu que Nabucodonosor atacasse definitivamente a Jerusalém. Tendo o domínio estabelecido sobre Jerusalém, o Imperador Nabucodonosor obrigou o rei judaico Jeoiaquim a abdicar o tratado de cooperação com o Egito e a assinar um termo de compromisso de submissão ao Reino da Babilônia.

Após o falecimento de Jeoiaquim, seu filho Joaquim cumpriu um reinado que durou apenas três meses. No ano de 597 a.C., a cidade de Jerusalém foi novamente atacada por Nabucodonosor e uma segunda levada de riquezas e pessoas ‘úteis’ foram encaminhadas para a capital da Babilônia. Nessa leva de pessoas foram incluídas milhares de cativos com habilidades úteis: artífices e ferreiros. Deixaram para traz apenas o povo pobre da terra de Israel ( II Reis 24:8-16).

O terceiro ataque militar do exército de Babilônia aconteceu em 586 a.C., por ocasião do o reinado de Zedequias.
Já sem muita resistência, Jerusalém caiu, e o templo construído pelo Rei Salomão foi completamente reduzido a pó (II Reis 25:8-9 e II Crônicas 36:17-21).

Somente os pobres do povo foram deixados na terra de Judá (Jeremias 39:10).
Nessa ocasião aconteceu um episódio muito curioso com o profeta Jeremias. Por graça da providência divina, Jeremias foi libertado do cativeiro e teve a oportunidade de fazer a opção de ficar na terra de Judá (Jeremias 39:11-14 e 40:6). Esse local desolado, em meio à pobreza extrema é o pano de fundo do Livro de Lamentações de Jeremias.

Mas o Reinado da Babilônia não duraria para sempre. A taça da ira de Deus transbordou e os dias da glória de Babilônia se acabaram. Acontece que o imperador Ciro, da Pérsia, conquistou e invadiu a Caldéia em 539 a.C.

E a história de Israel novamente mudou de rumo pois a política de dominação Medo-Persa era bem diferente da politica da terra de Hamurabi. 
Enquanto os caldeus queriam levar o povo ‘útil’ para sua capital, a pérsia queria que os povos estivessem cada um em sua terra natal, sendo submissos e pagando tributos ao Reino da Pérsia.

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M.e. César de Aguiar

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

UM BREVE PASSEIO PELA LONGA HISTÓRIA ISRAELITA

Foram 400 anos sofrendo a escravidão no Egito! 
Esse foi um tempo mais do que suficiente para destruir todos os sonhos e expectativas de uma família que trazia em sua história a marca da promessa.

A convite do vice rei do Egito, a família do patriarca Abraão, fugindo da fome na terra de Canaã, mudaram de endereço. 

Juntamente com Jacó, que era neto de Abraão, chegaram no Egito o número de setenta pessoas, todos da mesma família.

Essas setenta pessoas se estabeleceram no vale do Nilo e após passarem 400 anos os hebreus somavam mais de 2 milhões de pessoas. Mais de dois milhões de escravos! 

Em terra estranha, após a morte de José, os israelitas mudaram o status de convidados do Faraó para escravos do império. 
Com a escravidão, o corpo de cada mulher e homem hebreu sofria com o trabalho escravo que castrava sonhos, ideais e toda possibilidade de construção de uma nação soberana. 

Todavia, mesmo diante de terrível adversidade, o espírito da fé abraâmica não foi completamente destruído, e após 400 anos de um povo que gemia e orava ao Deus dos seus antepassados, YHWH interveio de forma definitiva na história da nação escolhida.

O êxodo é a história do que Deus fez em 40 anos.

Em 40 anos, Moisés liderou uma nação de escravos e deu a eles leis sociais, leis jurídicas, leis políticas e fundou a religião judaica. Em 40 anos Moisés construiu o templo e deu ao povo a terra prometida, para estabelecimento da nação tão desejada.

Em 40 anos Moisés fez o que muitas nações ainda não conseguiu fazer mesmo após centenas de anos de história.

Esses feitos fantásticos em tão pouco tempo nos faz concluir que Moisés é de longe o maior líder de toda história da humanidade.

Em quarenta anos Moisés transformou uma nação de escravos em uma nação de guerreiros que conquistaram toda a planície de Canaã.

É isso que Deus faz: transforma viciados em pastores vocacionados, transforma traficantes em apóstolos, transforma adúlteros em mestres e alcóolatras em Evangelistas. Deus sempre muda a história objetivando o louvor de Sua glória.

Depois dos milagres que Deus operou no Egito e de tudo que Moisés executou durante o tempo de formação da nação judaica, era de se esperar que a história de Israel fosse uma espiral ascendente.

Mas não foi isso o que aconteceu!

A história de Israel é marcada por: rebeldia e afastamento de Deus.

Durante o transcorrer da história houve várias reformas ocasionais.

Homens como Gideão, Samuel e Davi tentaram com todas as suas forças resgatar a verdadeira adoração ao verdadeiro Deus, mas essas reformas nunca foram capazes de reverter o mal que o pecado causou na composição da nação.

Todas as tentativas foram frustradas, todavia a chama da fé nunca se apagava do coração dos mais piedosos.

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“continua...”

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M.e. César de Aguiar

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

AGEU – NOSSO CONTEMPORÂNEO

Os dias do Profeta Ageu são muito semelhantes aos nossos dias. Dias iguais, porque a essência do homem é igual!

Mesmo com todas as mudanças sociais e políticas e mesmo após a revolução industrial e tecnológica o homem continua essencialmente o mesmo ser histórico. 
Apesar da mudança do palco, a peça teatral é a mesma. E mesmo que os atores mudaram o discurso do texto, esses atores não alteraram a essência da história.

“não há nada de novo debaixo do sol”.

A ganância é a mesma. A cobiça é a mesma. A sede pelo poder é a mesma.
A história nunca muda. É sempre um ciclo da mesma coisa. É sempre mais do mesmo!

O Livro de Ageu nos convida a refletir acerca dos problemas mais triviais que enfrentamos em nossa vida.

O profeta Ageu nos convida a:

- Examinar nossas prioridades a fim de verificar se o nosso interesse está principalmente em Deus acima dos nossos próprios prazeres;

·      -  Levantar a cabeça e retomar a caminhada mesmo diante de uma situação de oposição ou situação desanimadora,

·        -  Confessar a Deus nossas derrotas e retomar a caminhada de fé

·        -  Acreditar no controle absoluto de Deus sobre todas as situações da vida agir corajosamente

·         -  Descansar na segurança das mãos de Deus confiantes que tudo coopera para o bem dos que o amam.

     Esse é um convite para estudar e meditar nos escritos do Profeta Ageu. 
      A partir desse texto vamos postar vários outros estudos com a intenção de produzir uma agradável e impactante viagem pelo mundo, idéias, profecias e conselhos do Ancião que viveu dias muito semelhantes aos dias em que vivemos na atualidade.

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M.e. César de Aguiar

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A ONISCIÊNCIA DE DEUS E A CRIAÇÃO

"Deus conhece o universo em toda sua totalidade". 
Essa é uma declaração assustadora! Os astrofísicos dedicam suas vidas a encontrarem a formula matemática que explicaria a teoria do tudo.
Deus não apenas conhece essa fórmula - Deus criou essa fórmula!

E isso significa dizer que Deus conhece o funcionamento de tudo o que existe sem que para isso precise de um processo de contínua observação e raciocínio. 

É por isso que a sustentação de todo o universo acontece de forma automática e perfeita. Deus sabe de todas as coisas de forma absoluta e imediata.

Para Deus, os eventos que acontecem em todo o universo não são sucessivos ou fracionados onde uma coisa acontece sucessivamente uma após a outra. O tempo não limita o conhecimento que Deus tem sobre o todo. Passado,  presente e futuro estão diante Dele como uma única lâmina de  visualização.

O homem como ser criado à imagem de Deus, pode encontrar em sua própria vida natural uma analogia útil para entender verdades espirituais acerca de seu Criador. Embora sabendo que qualquer evento do mundo físico é precário demais para servir como ilustração para entender qualquer um dos atributos do Todo Poderoso, observe que no funcionamento do corpo humano encontramos uma metáfora muito adequada!

O funcionamento dos órgãos internos do corpo humano, como o coração, o fígado e os pulmões podem nos dar uma rasa compreensão de quem é Deus.
Esses órgãos independem do nosso raciocínio para que continuem funcionando. Funcionam enquanto dormimos ou enquanto praticamos atividades. Eles apenas funcionam! E não precisa da minha ordem dizendo: “funcione coração! fígado, faça o seu trabalho!”. Mesmo sem eu pensar, meu coração continua batendo e meus pulmões continuam respirando.

Assim é todo o universo em relação a Deus: tudo funciona de forma perfeita sem que Deus tenha que efetuar qualquer raciocínio para viabilizar o funcionamento.

Sabemos que usar o exemplo do corpo humano pode ser desqualificado! Afinal o homem tem seu organismo funcionando mesmo que ele seja completamente ignorante da matéria de anatomia. Nesse sentido as coisas com Deus são absolutamente diferentes: Todo o universo funciona perfeitamente e Deus sabe tudo acerca de tudo.

Deus sabe perfeitamente a forma de funcionamento de cada estrela, de cada cometa, das ondas numa praia remota do Planeta Terra, ou mesmo uma folha caindo de uma árvore na Floresta do Amazonas.

Deus sabe de forma perfeita o funcionamento do corpo de cada um dos seres humanos que já passaram pela face da terra. Deus sabe o número de grãos de areia de uma praia e a quantidade de fios de cabelo que cada ser humano possui em sua cabeça (Mt 10.30).
A onisciência de Deus é o motivo para o crente se sentir consolado.

Em meio às dificuldades da vida, o crente pode descansar no Senhor. O crente pode ter a certeza de que DEUS SABE (Mt 6.8).

E se Ele sabe, tudo vai acontecer de maneira perfeita.

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estude mais!!!



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M.e. César de Aguiar
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domingo, 11 de dezembro de 2016

OS MISTÉRIOS DO NUMERO TR3S

O número três é a soma da unidade mais a divisão da mesma, sendo a fórmula Trinitariana do Deus único na Trindade. A Bíblia diz que “Deus é Espírito” . Contudo, o Filho se tornou homem. Enquanto isso, o Espírito Santo é apresentando como “Senhor” e, portanto, Deus, como o Pai e o Filho, em Atos 21:11, quando Ágabo diz: “Isto diz o Espírito Santo”.
Na 2 Coríntios 3:17,  Paulo também diz: “O Senhor é Espírito”. Mesmo sendo a Segunda Pessoa da Trindade, o Senhor Jesus Cristo veio ao mundo em carne, a fim de dar a Sua vida em resgate pela salvação dos pecadores. Ele diz em João 14:9 “...Quem me vê a mim vê o Pai...”. Claro que Ele não se referia ao corpo do Pai, mas ao Seu Espírito, do mesmo modo como diz: “Estou em meu Pai” (João 14:20). 


Sendo o Número da Trindade, o Número Três é o número universal da felicidade verdadeira, que só existe na comunhão com Deus.



Este número se apresenta em vários aspectos no universo:


A Trindade é constituída de três Pessoas – o Pai, o Filho e o Espírito Santo.




O tempo é constituído de três partes – passado, presente e futuro.




A história também se divide em três partes: passado, presente e futuro.




O espaço é constituído de três dimensões: comprimento, largura e profundidade.




A terra é vista de três ângulos: céu, terra e mar.




O homem é constituído de três partes: corpo, alma e espírito.



A família se constitui de três partes – pai, mãe e filho.



Hegel disse que só se pode resolver um problema, quando se tem as três partes do mesmo: a tese, a antítese e a síntese.



A costureira tem três fases em seu trabalho: desenha o molde, corta o tecido sobre o mesmo e em seguida costura o tecido.



Quando uma pessoa crê em Jesus Cristo de todo o coração (parte 1), e confessa o Seu Nome (parte 2), ela é salva (parte 3) (Romanos 10:9-10).




Cada verso da Escritura possui três aplicações: histórica, doutrinária e espiritual.





A Bíblia se compõe de três partes – O Velho Testamento, o Novo Testamento e o Senhor Jesus Cristo – Este, sentado à destra do Pai,  no céu.
O Velho Testamento termina em Malaquias 5:5-6, com esta profecia: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor...” Jesus veio. O Novo Testamento termina em Apocalipse 22:20, com estas palavras: “Ora, vem, Senhor Jesus”.

         Como se pode ver, os dois Testamentos estão incompletos, até que venha a terceira parte da Bíblia – o Senhor Jesus Cristo – a própria razão da Bíblia, por ser o VERBO, através do qual Deus fala com o homem. E por isso é necessário que Ele venha pela segunda vez. Deus nunca fez coisa alguma incompleta.

         Em João 1:1, lemos que Jesus é “o Verbo”. Em Apocalipse 19:13 lemos: “O nome pelo qual ele (Jesus) é chamado é a palavra de Deus”. Jesus é a Palavra encarnada, assim como a Bíblia é o Verbo encadernado (escrito), o Filho presente na Escritura. Em João 5:7 lemos: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a palavra e os Espírito Santo; e estes três são um”.  Então fica evidente que a Bíblia estará incompleta, até que venha  o Senhor Jesus Cristo,  em Sua Segunda Vinda.

         Já vimos que o número três representa a Trindade. Todas as coisas importantes do universo se manifestam de três maneiras, para serem completas.

         Só devemos clamar pelo Nome de Jesus usando a fórmula trina: Senhor Jesus Cristo. Algumas denominações costumam usar apelações como: “Meu Jesus”, “Doce Jesus”, “Querido Jesus” e outras desse gênero. As “santas” do Catolicismo Romano, imbuídas de misticismo e histeria, costumavam clamar pelo nome de Jesus usando esses apelativos adocicados.

O Senhor Jesus Cristo é o másculo Criador e Sustentador do universo (Hebreus 1:3). É o Filho de Deus encarnado, crucificado e glorificado (três etapas) Ele revela o Pai, revela a Si mesmo e revela o Espírito Santo.

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Dr. Peter Ruckman



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sábado, 10 de dezembro de 2016

VIRTUDES - A GUARDA PESSOAL DE JESUS


Efésios 1.21 – “acima de todo Principado, Potestade, Virtude, Dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no futuro”.

Os Virtudes são os anjos ligados diretamente a Jesus. Esse coro de seres superiores atuam como os serviçais mais diretos a Jesus.

O anjo que aparece a José em sonho, é um membro do coro dos Virtudes.

Mateus 1.20 - Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo”.


Os anjos que apareceram aos pastores são do Coros dos Virtudes.

Lucas 2:9-14

9 E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados.

10 Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo:

11 Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.

12 Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura".

13 De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:

14 "Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor".



Os anjos que serviram Jesus após a tentação no deserto são do coro dos Virtudes.

Mt 4.11- “Então o diabo o deixou, e anjos vieram e o serviram”


Os anjos presentes na ressurreição de Jesus são Virtudes.

Mateus 28.2-8

2 E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu do céu e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela.

3 Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve.

4 Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos.

5 O anjo disse às mulheres: "Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado.

6 Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia.

7 Vão depressa e digam aos discípulos dele: ‘Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês o verão’. Notem que eu já os avisei".

8 As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus.



Finalmente os anjos presentes na ascenção de Jesus são Virtudes.

Atos 1:10,11

10 “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.

11 Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”.



Os Virtudes Celestes acompanharam o processo cósmico da ascenção de Jesus. Estavam presentes para viabilizar a viagem pelos ares da dimensão do mundo físico até a travessia do véu da realidade rumo à dimensão superior onde Cristo está em corpo físico.  Ao verem Jesus sendo ascendido aos céus, os Virtudes o escoltaram enquanto cantavam: “levantai o portas vossas cabeças, levantai o portais eternos, para que entre o Rei da Glória” (Sl 24:7-10).

Os Virtudes sempre estiveram ligados ao trabalho que Jesus haveria de executar e executou. A missão deles sempre foi viabilizar o processo espiritual que envolvia os caminhos que o Mestre escolheu. 

Podemos apenas imaginar!.. E imaginar não é pecado.

Pense na quantidade de batalhas que esses anjos travaram contra as forças das trevas no período em que Jesus passou pelo nosso mundo. Jesus sempre teve seus sentidos espirituais com funcionamento perfeito, e devido a isso Cristo via os anjos e as batalhas espirituais. 

Jesus via simultaneamente o funcionamento do mundo físico e do mundo espiritual.

Uma determinada vez Ele mesmo deu testemunho de uma das derrotas de satanás. Ele se alegrou muito com a vitória e deu testemunho de ter visto o diabo cair como um raio.

Lucas 10:17,18

17 E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam.

18 E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

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estude mais!!!

A HIERARQUIA DOS SERES CELESTIAIS



SERAFINS


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M.e. César de Aguiar

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A INVISIBILIDADE DE DEUS E O ERRO HUMANO

Muitos membros do corpo de Cristo vivem sem apreciar os maravilhosos benefícios da invisibilidade de Deus.

Muitos cristãos não estão contentes com o fato de o nosso Sernhor ser o “Deus invisível, mas real”.  

Muitos têm a necessidade de ter uma segurança palpável de Sua presença. E por causa dessa insatisfação acabam por procurar a Deus nas exterioridades da vida.

Com o advento da propaganda gospel e da promessa de riqueza nessa vida, grande parte dos seguidores da religião cristã ‘enxergam’ em Deus apenas a possibilidade de melhorar de vida e prosperar financeiramente.

Dessa forma deixam de procurar a Deus pelo que Ele é e passam a procurar por um Deus que pode ser tocado, sentido e experimentado no corpo ou na alma.

“Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não veem são eternas” (II Co 4:16-18).

Outros ainda, tentam a Deus, sempre colocando-o em teste.

Querem que Deus prove Sua presença realizando algum milagre visível.
Esse foi o pecado que decretou a ruina de Israel no Deserto (Êx 17:1-7; Nm 14:1-25). Moisés alertou aos Israelitas para não fazerem isso (Dt 6:16). “Não tentem a Deus”! Os israelitas não deram ouvidos ao profeta, e por isso peregrinaram no deserto até a morte de uma geração inteira.

Satanás sugeriu que Jesus fizesse isso durante a tentação no deserto (Mt 4:5-7). Jesus o resistiu. 

Deus é invisível. Isso é um teste para sua fé.
Ele é invisivel mas é real.
Não procure Deus em coisas. Não tente a Deus pedindo a Ele que prove sua existencia te dando algum presente.

A verdadeira fé não pede sinais.
O que pede sinais é a dúvida.
A fé descansa.

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M.e. César de Aguiar
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