quinta-feira, 26 de março de 2026
O FILHO NO ALTAR
I TESSALONICENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Tessalônica.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 50-51 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os tessalonicenses continuavam firmes na fé, apesar da partida prematura de Paulo e de seus colaboradores e da perseguição que ainda sofriam de facções hostis.
- Para quê este livro foi escrito? Para expressar a alegria de Paulo com a fidelidade da-queles irmãos; e, para fortalecê-los e instruí-los acerca de algumas questões comportamentais e doutrinárias (p.ex: Acerca dos “últimos dias”).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
terça-feira, 24 de março de 2026
O IRÃ ESTÁ NA PROFECIA DO FIM?
ESCONDA ESTE CINTO NO RIO
segunda-feira, 23 de março de 2026
DEITADO POR MAIS DE UM ANO
domingo, 22 de março de 2026
TODOS OS CAMINHOS
“Todos os caminhos levam a Deus” (dito popular). O ditado correto deveria ser:
todos os caminhos partiram de um mesmo ponto e se bifurcaram formando duas
estradas, uma larga e a outra estreita. Se for tomado o caminho de volta,
certamente chegar-se-á ao ponto de origem: o ponto no meio do círculo.
ʘ
Na alquimia, cada metal tem seu símbolo próprio, sendo que o circumponto
representa o ouro, considerado o mais perfeito entre todos os metais.
O ‘Circumponto, ‘círculo ponto’, ou ‘círculo com ponto no centro’ é um
símbolo milenar que representa o próprio sol, o universo, o princípio da
existência, o Big Bang, o infinito, mas é principalmente uma referência à
singularidade, o início de todas as coisas.
No simbolismo sagrado, esse símbolo faz menção ao tempo do despertar do
Universo. O ponto no meio do círculo representa o começo de tudo, a raiz.
Esse é o ponto onde tudo tem um começo. Se a humanidade fizer o caminho
de volta, certamente chegará a esse ponto. Ao lugar de onde todas as coisas
partiram. O lugar no espaço onde tudo teve um começo. O lugar no tempo onde
todos sabiam a mesma única história.
Chegamos a uma constatação que nos deixa perplexos: em um dia antigo,
nos primeiros passos da caminhada humana, todos acreditavam na mesma coisa e da
mesma forma. Não limitado às religiões do crescente fértil e da mesopotâmia,
encontramos a essência do mesmo relato nas religiões orientais. Assim está
escrito no Rig Veda: “Não existia nada:
nem o claro céu, nem ao alto a imensa abóbada celeste. O que tudo encerrava,
tudo abrigava, e tudo encobria, que era? Era das águas o abismo insondável?”
(Rig Veda). “A raiz da vida estava em
cada Gota do Oceano da Imortalidade, e o Oceano era Luz Radiante, que era fogo,
calor e movimento” (Estância III do Livro de Dzian).
Os tebanos do Egito acreditavam que o Monte Primordial emergiu das águas
primordiais exatamente na posição geográfica onde estava edificada a cidade de
Tebas.
Em paralelo, existe em Israel o Monte Hermon, que é o equivalente físico
do Monte da Congregação celestial. Foi no Monte da Congregação, realidade
absoluta no céu dos céus, que, no seu tempo, Lúcifer quis se assentar e dali
governar o mundo de Deus: “E tu dizias no
teu coração: ‘Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu
trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte’” (Is
14.13).
Monte Hermon = Monte Primordial = Monte da Congregação.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
sexta-feira, 20 de março de 2026
NÃO VOLTE PELO MESMO CAMINHO
quinta-feira, 19 de março de 2026
O PEIXE COM DINHEIRO NA BOCA
COLOSSENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Colossos.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 60-62 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os colossenses estavam lutando contra uma estranha forma de filosofia judaica de influência grega que considerava os cristãos ainda vulneráveis às forças espirituais (forças, estas, que precisavam ser aplacadas através da veneração, através de algum tipo de ascetismo em relação a comida e bebida, e pela observação de certos dias prescritos na lei cerimonial do Antigo Testamento).
- Para quê este livro foi escrito? Para ajudar os cristãos a entender que, para ganharem aceitação perante Deus, eles precisam somente de Cristo.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quarta-feira, 18 de março de 2026
DIMINUA SEU EXÉRCITO
terça-feira, 17 de março de 2026
MERGULHE SETE VEZES
segunda-feira, 16 de março de 2026
JUDAS TINHA ESCOLHA?
domingo, 15 de março de 2026
O QUE É A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO?
O MAR DA GALILEIA
O Mar da Galiléia é a manifestação física do Mar das Águas Primordiais
tanto na visão egípcia, quanto na visão judaica e na maioria das tradições
ocidentais e orientais.
Incríveis realizações do Filho de Deus foram realizadas naquele palco e quem
possui sensibilidade espiritual logo percebe os significados míticos e místicos
dos eventos protagonizados por Jesus no Mar da Galiléia.
Jesus andou sobre as águas e acalmou a tempestade que enfurecia o mar. Fez com que Pedro caminhasse ao seu encontro sobre as mesmas águas e
em seguida acalmou a alma de seus aterrorizados discípulos.
Foi nesse mesmo lugar que Jesus ordenou que os peixes enchessem
abundantemente a rede de seus seguidores. Foi do fundo do Mar da Galiléia que
veio o dinheiro para pagar a extorsão do imposto ilegal cobrado pelo governo
romano.
Sob o ponto de vista místico e mítico, todas as vezes que Jesus
manifestou sua autoridade sobre o Mar da Galileia, Ele estava mencionando em
nível cósmico, a sua soberania sobre toda a criação que surgiu a partir das
Águas Primordiais.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
sábado, 14 de março de 2026
DEUS MANDOU MATAR CRIANÇAS EM GUERRAS?
sexta-feira, 13 de março de 2026
DEUS SE ARREPENDE?
quinta-feira, 12 de março de 2026
Tíquico — o mensageiro fiel das cartas apostólicas
SE JESUS É O PRÍNCIPE DA PAZ, POR QUE A TERRA ONDE ELE NASCEU VIVE EM GUERRA?
FILIPENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Filipos.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 61 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os filipenses estavam enfrentando perseguição (1.27-30) e sentindo as pressões exercidas pelos falsos ensinamentos (3.2-21). Os conflitos na igreja puseram em risco o testemunho dos crentes ao mundo e a sua capacidade de suportar seus ataques (1.27 – 2.18; 3.2-3).
- Para quê este livro foi escrito? Para fortalecer e instruir os cristãos quanto à vida cristã; e, para ensiná-los que o sofrimento para o crente é “um prelúdio à ressurreição” (3.10-11).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quarta-feira, 11 de março de 2026
Maria — A cristã elogiada por Paulo
DE QUE LADO DEUS ESTÁ NA GUERRA?
domingo, 8 de março de 2026
O MAR DAS ÁGUAS PRIMORDIAIS
O Lago estava adormecido aos pés do Altíssimo, até que o Pão da Vida
tocou suas águas de cristal.
Uma elegante, porém furiosa onda se formou abrindo sua circunferência
que buscava o limite da margem.
Na forma da intenção do Altíssimo, o que era oculto se fez revelado.
O Espírito de Deus pairava sobre as revoltas Águas da Vida e tudo que
ainda não havia como realidade, se ergueu e se formou.
Cada gota do oceano era água e era fogo.
Da água emergiu a terra e do fogo se fez o ar.
Mantendo a superfície das águas isoladas da profundidade do oceano, os
véus da realidade cumprem a missão de ocultar o que está acima da superfície.
Sob as águas, o que é visto pelos olhos é a grande ilusão dos submersos.
Sobre a superfície das águas primordiais tudo está unido ao mundo dos
espíritos, que Platão chamou de mundo das ideias.
Abaixo da superfície tudo é sombra. Sombras do que o homem deveria ser
enquanto filho gerado no seio do Pai dos Espíritos. Abaixo da superfície o
homem é apenas um borrão escuro do que deveria ter sido.
Acontece que em direção à profundidade das águas, as imagens são
distorcidas pelo fenômeno físico e também espiritual conhecido pelo nome de
‘refração da luz’. Esse fenômeno explica que quanto mais refringente for um
meio óptico, menor será a velocidade da luz em seu interior. A profundidade das
águas afeta o comportamento da luz.
O meio fluido, abaixo da superfície provoca refração, uma mudança da
direção de uma onda luminosa.
A profundidade das águas diminui a velocidade da luz e muda o curso de
sua direção.
É impossível ser luz em sua plenitude quando o meio é inadequado.
Devemos ser luz, todavia o meio onde vivemos é uma prisão onde as
características mais essenciais da luz são coibidas de se manifestar.
Existe um chamado que convida o homem para emergir da profundidade
escura: “Mas, se andarmos na luz, como
ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo,
seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 Jo 1:7).
A consciência do homem pode evoluir rumo a superfície, onde a velocidade
da luz não sofre alteração e onde as propriedades das imagens são verdadeiras e
não meros espetros da realidade.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quinta-feira, 5 de março de 2026
EFÉSIOS
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Éfeso, em primeira mão, mas, certamente, também para todas as igrejas da Ásia.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 60-62 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque Paulo queria ensinar para os cristãos o “mistério da igreja”.
- Para quê este livro foi escrito? Para ensinar, dentre outras verdades fabulosas, que: “A Igreja é a nova humanidade de Deus, uma colônia onde o Senhor da história estabeleceu uma amostra da unidade e dignidade renovada da raça humana (1.10-14; 2.11-11; 3.6,9-11; 4.1-6.9)”.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
domingo, 1 de março de 2026
O HEBRAICO ESPIRITUAL
Os antigos rabinos ensinavam que o Hebraico é um código de escrita que
excede os limites da interpretação de texto. Para os estudiosos da Torá, as
vinte e duas letras daquele alfabeto são muito mais do que simples desenhos no
papel. Elas são uma mensagem gráfica que coloca o universo em contato com vinte
e duas energias primárias fundamentais.
No passado, quando essas energias foram combinadas pela formação das
palavras emitidas pela boca de Deus o poder dessas forças deram origem a todas
as coisas.
O Evangelho de João se inicia por afirmar essa verdade quando diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava
com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas
foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (João 1:1-3).
Perceba que o texto do Evangelho fala simultaneamente de dois
personagens que aparentemente não podem ser a mesma pessoa, pelo fato do
primeiro se tratar de uma coisa e o segundo se tratar de um ser: o primeiro
personagem identificado é a Palavra, o Verbo, o Logus, que no texto nos é
apresentado como o poder criativo de Deus. Todavia, analisando o texto com um
pouco mais de cuidado identificamos esse Logus com a pessoa de Jesus, o Verbo
Vivo. A Palavra e Jesus, contrariando a lógica se trata da mesma pessoa.
Jesus é a essência do poder dos códigos da Torá. Ele é a Palavra Viva, a
essência mais pura e poderosa da manifestação dos condutores energéticos, que
no mundo manifestado se apresentam através dos caracteres da língua hebraica.
Seguindo uma misteriosa norma de morfologia e sintaxe, as palavras
divinas ordenaram a organização do caos sobre as águas primordiais, formando o
universo de acordo com aquilo que os cientistas posteriormente passaram a
chamar de ‘as leis naturais’.
Perceba um exemplo simples de como a interpretação exaustiva da Torá nos
abre as janelas para entendermos a profundidade do texto sagrado.
Aleph (א) é a primeira letra do alfabeto hebraico, cujo
valor numérico é 1 e ela se impõe sobre as outras letras como o Uno, o
princípio fundamental de todas as coisas.
Entretanto a primeira letra que aparece na Torá não é a letra Aleph. A
primeira letra hebraica que aparece na Bíblia é Bet (ב), que é a segunda letra daquele alfabeto. No texto hebraico a ordem das
letras é escrita da direita para a esquerda.
|
הָאָרֶץ: HÅÅRETS a terra. |
וְאֵת VËET e |
אֵת הַשָּׁמַיִם ET HASHÅMAYM os céus |
אֱלֹהִים ELOHYM Deus [Elohim] |
בָּרָא BÅRÅ criou |
בְּרֵאשִׁית BËRESHYT NO princípio |
“בְּרֵאשִׁית בָּרָא אֱלֹהִים אֵת הַשָּׁמַיִם וְאֵת הָאָרֶץ
Bereshit
bara Elohim et hashamayim veet ha'aretz
“No princípio criou Deus os céus
e a terra”.
A primeira da letra da Torá é Bet (ב), e isso significa que antes do princípio (ב = Bereshit)
havia o primeiro (א = Aleph).
A primeira letra do alfabeto hebraico não é a primeira letra do Gênesis.
A primeira letra do Gênesis é a segunda letra do alfabeto e isso indica que o
Criador antecede a Criação, contudo sem se mostrar claramente.
Perceba que a abertura do Livro de Gênesis se faz com sete palavras. Uma
composição poética que de forma matemática usou uma palavra para cada dia da
criação. Os antigos cabalistas judeus nos ensinam que toda a criação do
universo está apoiada apenas nessas sete palavras que saíram da boca de Deus e
é isso que também sustenta o escritor do Livro de Hebreus quando diz: “sustentando todas as coisas pela palavra do
seu poder” (Hb 1:3).
Em paralelo com o primeiro livro do Antigo Testamento, o primeiro livro
do Novo Testamento também usa esse mesmo estilo de escrita. O Evangelho de
Mateus transliterado para o hebraico produz a mesma estrutura, com sete
palavras no seu início, em Mateus 1:1.
|
אברהם Avraham Abraão |
בן Ben Filho de |
דוד David Davi |
בן Ben Filho de |
ישוע Yeshua Jesus |
תולדות Toldot As gerações de |
אלה Eleh Estas são |
Mateus de forma consciente ou não, todavia excluindo a possibilidade de
ser coincidência, através desse estilo de escrita, relaciona o nascimento de
Jesus com a criação do universo, e essa já era uma mensagem cifrada até mesmo
para os homens daquele tempo, afinal, o povo comum, não entendia o Hebraico,
sendo que basicamente todos os livros do Novo Testamento foram escritos em
grego, inclusive o próprio Evangelho de Mateus.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
GÁLATAS
- Para quem foi escrito este livro? Para as igrejas do Sul da Galácia (Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe).
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 49 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque surgiram judeus agitadores entre os gálatas, tentando desacreditar o apóstolo Paulo com o objetivo de implantar nestas igrejas uma forma distorcida de cristianismo (um “evangelho” legalista, que requeria a circuncisão para a salvação – 6.12).
- Para quê este livro foi escrito? Para defender o apóstolo Paulo de suas falsas acusações; para defender a “verdade do evangelho” (2.5, 14); e, para instruí-los a resistir aos corruptores da verdade a todo o custo (1.8-9).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
domingo, 22 de fevereiro de 2026
ESCAVANDO ABAIXO DA SUPERFÍCIE
Como regra para o estudo dos dias da criação, usaremos a ciência para
explicar as Escrituras e não o contrário. Faremos assim, pois consideramos que
o texto das Escrituras Sagradas é superior às descobertas científicas.
A ciência deve se render à Bíblia usando-a como principal ferramenta de
investigação. Se a ciência não fizer isso estará atrasando a sua própria
evolução.
Muitos textos das Escrituras já foram explicados pela ciência, enquanto muitos
outros ainda não foram ‘provados cientificamente’. Todavia, esse é um problema
da ciência, não da Bíblia.
Apesar de muitos postulados das Escrituras estarem aguardando
confirmação científica, isso significa apenas que a ciência não evoluiu o
suficiente para explicar aquelas verdades. Quanto mais o tempo passa, mais
provas contundentes são apresentadas para confirmar que a Bíblia sempre está
com a razão.
O que podemos afirmar com toda convicção é que nenhuma voz pode se
elevar acima das Escrituras, nem a religião, nem a filosofia, nem a ciência.
Todavia, alguns amedrontados tentam ajudar a Deus na tarefa de convencer o
homem de que Ele é o maioral do Universo. Deus não precisa desse tipo de ajuda,
muito menos de usar o homem como bengala para se afirmar filosoficamente como o
Criador do Universo. O Eterno sabe que se a ciência for boa, ela produzirá
reverência, e enquanto avança, a ciência tratará de, silenciosamente, mostrar
Sua assinatura que existe de forma oculta em cada coisa que Ele criou.
Na tentativa de tentar proteger as Escrituras, que ultimamente parecia
estar enfraquecida diante das últimas descobertas da ciência, muitos teólogos
estão afirmando em seus arrojados tratados de teologia sistemática que o texto
de Genesis capítulo 1 é metafórico e que Moisés quis dizer seis eras, e não
seis dias de vinte e quatro horas.
Esse estratagema não passa de um truque que objetiva fazer a Bíblia ter
razão a qualquer preço. Um truque desnecessário, que reduz a beleza do
admirável processo da criação.
Na busca de parecerem-se intelectualizados e com isso arrebanhar o maior
número possível de prosélitos, esses religiosos sistêmicos procuram os favores
da aprovação popular, e para isso vendem a própria alma enquanto abrem mão de
suas primitivas convicções teológicas. Se vendem para teorias científicas
fazendo-as verdades absolutas enquanto torcem o real sentido das Escrituras
fazendo-a caber em suas explicações mirabolantes. Entretanto o caminho inverso
também acontece quando, buscando outra classe intelectual de prosélitos, esses
aproveitadores negam qualquer tipo de ciência, até mesmo aquela que louva o
Criador, enquanto explica de forma correta o funcionamento do Universo.
O verdadeiro adorador de YHWH é indiferente a esse tipo de embate.
Silenciosamente ele entende que poucos são aqueles que, em cada geração estão
preparados para a verdade. Aqueles que reconhecem a Verdade, quando essa se lhe
apresenta nas sutilezas.
Esses são aqueles que reconhecem as pérolas da sabedoria e sabem o seu
real valor. Reservam as pérolas para a coroa, nunca as lançando à vulgaridade
suína da ignorância.
Pérolas lançadas aos porcos são misturadas à lama da irreverência e ao
desprezível alimento mental daqueles que justamente igual aos porcos não
possuem, nem querem possuir a articulação que os possibilita a olhar para cima.
Enquanto viverem como porcos, estão condenados a olhar apenas para
baixo, para suas próprias misérias e para o resultado do seu trabalho
intestinal.
Deus e o seu Livro não precisam de truques para se afirmar quanto
verdade.
Nesse trabalho, sustentamos que toda a criação aconteceu em seis dias de
vinte e quatro horas, totalizando cento e quarenta e quatro horas de uma
semana. Esse é o tempo consumido na criação e construção do Universo.
Antes de mergulharmos no assunto dos dias da criação, se faz necessária
uma pequena parada para uma nova introdução e para entender cada dia e os atos
de Deus em cada um deles indico ao leitor a leitura do ‘Criação Desvendada’,
desse escritor.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
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