segunda-feira, 6 de abril de 2026
IRÃ NAS PROFECIAS DOS ÚLTIMOS DIAS?
domingo, 5 de abril de 2026
I TIMOTÉO
- Para quem foi escrito este livro? Para Timóteo, o jovem pastor e companheiro de Paulo em suas viagens missionárias.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 62-64 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque Paulo estava preocupado com a pouca experiência de Timóteo, especialmente num momento em que a igreja estava sendo ameaçada com falsos ensinamentos, tais como a proibição de casamento e de certos alimentos, que a ressurreição já acontecera e pondo restrições à oração – uma forma primitiva de gnosticismo (1.7, 20; 2.12; 3.6; 5.19-20).
- Para quê este livro foi escrito? Para orientar o jovem pastor e dar-lhe muitos conselhos práticos sobre como um líder da igreja deve atuar e como devem ser a organização e os relacionamentos na igreja; e, para treiná-lo em vários aspetos da “sã doutrina” para que ele pudesse combater os falsos mestres (1.10; 3.9; 4.6; 6.3).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quinta-feira, 2 de abril de 2026
COZINHANDO COM ESTERCO
II TESSALONICENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Tessalônica.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 50-51 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque havia um mal-entendido entre os tessalonicenses de que o “Dia do Senhor” já havia ocorrido.
- Para quê este livro foi escrito? Para corrigir o mal entendido acerca do “Dia do Senhor”; e, para instruí-los acerca de algumas questões comportamentais (p.ex: alguns queriam deixar de trabalhar).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
terça-feira, 31 de março de 2026
A FORMIGA E A VERGONHA DO PREGUIÇOSO
segunda-feira, 30 de março de 2026
CASANDO COM UMA PROSTITUTA
domingo, 29 de março de 2026
TEBAS
Para a cosmogonia da cidade de Tebas, embora Amon não figurasse como um
membro da Ogdóade, ele era a verdadeira força secreta por detrás da criação. A
teologia de Tebas não excluía a existência dos demais deuses, todavia os
colocava em um patamar inferior.
Para afrontar a crença dos demais sistemas religiosos egípcios, Tebas
impunha que Amon era superior e transcendia aos demais deuses de forma
infinita, até mesmo porque habitava ‘além do céu’ e era ‘mais profundo que o
submundo’.
O paralelo hebreu de Amon é o que os cabalistas judeus chamam de ‘Ain
Soph’.
Abaixo de ‘Ain Soph’ e acima de todas as manifestações da Árvore
Sefirótica, para além da mais alta Sephirot, que é Kether, existe um espaço a
que chamam de ‘Aïn Soph Aur’, que é a luz sem fim.
Esse espaço luminoso já é em si, um nível impenetrável à consciência de
qualquer hierarquia criada, sejam serafins, querubins, tronos, anjos ou mesmo o
ser humano.
‘Ain Soph Aur’ é o ‘Absoluto’, o ‘Não-Manifestado’, que imbuído da
intenção de ser compreendido emanou ‘Kether’, a primeira sephirot, que por sua
vez emanou os demais frutos da ‘Árvore da Vida’.
O homem nunca compreendeu, nem jamais compreenderá o poder e a
luminosidade de ‘Kether’.
Considere que: se ‘Kether’ é uma sephirot manifestada para nosso
multiverso, já nos é incompreendida, quanto mais ‘Ain Soph Aur’, que não se
manifesta, quem a compreenderá?
Meditando sobre esse supremo poder, considere que ‘Ain Soph’ está acima
de ‘Ain Soph Aur’.
‘Ain Soph’ é o absoluto, cujo nome significa: ‘Sem Limites’.
A teologia egípcia está longe de possuir o arrojo da teologia judaica,
que apresenta o Deus Triuno através do esquema que se eleva sobre a Árvore da
Vida.
Envolvendo Kether e todas as suas emanações está ‘Ain Soph Aur’;
envolvendo ‘Ain Soph Aur’ e tudo que este envolve, está ‘Ain Soph’; e por fim
envolvendo ‘Ain Soph’ e tudo que esse envolve, está o Absoluto do Absoluto, que
se chama ‘Ain’.
‘Ain’ é o ‘Deus Pai’. ‘Ain Soph’ é o ‘Filho’. ‘Ain Soph Aur’ é o
‘Espírito Santo’.
Todavia ‘Ain Soph’, é para o egípcio, a descrição do deus Amon, que
nesse paralelo é uma cópia torta da ‘Divina Pessoa de Jesus’.
Esse deus Amon, apesar de seus poderes ilimitados, tinha um
comportamento ao nível das criaturas e de forma vaidosa participava das
pequenas querelas humanas, mostrando-se débil diante de eventos onde um
soberano de tal envergadura deveria ter uma postura condizente com o seu poder.
Em um paralelo com Jesus, Amon seria facilmente superado pelo ‘Logus
Divino’.
O relato de Tebas compara o ato da criação de Amon com o grasnar de um
ganso.
O grito desse deus movimentou a face das águas primordiais que se
desdobraram em ondas pelo efeito da reverberação do som. Assim foram criados
todos os deuses da Ogdóade.
Amon era tão superior, que sua verdadeira natureza era ocultada até
mesmo dos outros deuses. Ele era a fonte da criação, e todos os outros deuses,
eram apenas aspectos de sua natureza, uma espécie de manifestação de seus
atributos.
Com base nessa crença, Amon acabou por se tornar o deus supremo do
panteão egípcio e Tebas era reconhecida como o local onde o Monte Primordial
havia surgido no início dos tempos.
‘Benben’ foi o monte que surgiu a partir das águas primordiais.
A expressão ‘Pedra Benben’ é usada até os dias de hoje para se referir à
pedra que fica no topo das pirâmides egípcias. Esse termo também está associado
à construção dos antigos e a recentes obeliscos, construídos em diversas
cidades espalhadas pelo mundo, como Washington, Vaticano, Buenos Aires, São
Paulo, Paris, Petrópolis, entre outras.
Todo obelisco é uma menção à forma como o mundo veio à existência sob a
perspectiva tebana, e, além disso, se comporta no mundo espiritual como uma
homenagem aos deuses do antigo Egito.
Acreditava-se que ‘Benben’ emergiu das águas primordiais para receber a
incidência dos primeiros raios da luz solar. Na teologia judaica encontramos um
paralelo que finalmente demonstra que todas as tradições religiosas partiram de
uma mesma única história.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
O Método da Serpente
sábado, 28 de março de 2026
Sucote-Benote: o deus esquecido da Babilônia
sexta-feira, 27 de março de 2026
MARCHANDO EM SILÊNCIO
quinta-feira, 26 de março de 2026
NÃO SE CASE
O FILHO NO ALTAR
I TESSALONICENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Tessalônica.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 50-51 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os tessalonicenses continuavam firmes na fé, apesar da partida prematura de Paulo e de seus colaboradores e da perseguição que ainda sofriam de facções hostis.
- Para quê este livro foi escrito? Para expressar a alegria de Paulo com a fidelidade da-queles irmãos; e, para fortalecê-los e instruí-los acerca de algumas questões comportamentais e doutrinárias (p.ex: Acerca dos “últimos dias”).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
terça-feira, 24 de março de 2026
O IRÃ ESTÁ NA PROFECIA DO FIM?
ESCONDA ESTE CINTO NO RIO
segunda-feira, 23 de março de 2026
DEITADO POR MAIS DE UM ANO
domingo, 22 de março de 2026
TODOS OS CAMINHOS
“Todos os caminhos levam a Deus” (dito popular). O ditado correto deveria ser:
todos os caminhos partiram de um mesmo ponto e se bifurcaram formando duas
estradas, uma larga e a outra estreita. Se for tomado o caminho de volta,
certamente chegar-se-á ao ponto de origem: o ponto no meio do círculo.
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Na alquimia, cada metal tem seu símbolo próprio, sendo que o circumponto
representa o ouro, considerado o mais perfeito entre todos os metais.
O ‘Circumponto, ‘círculo ponto’, ou ‘círculo com ponto no centro’ é um
símbolo milenar que representa o próprio sol, o universo, o princípio da
existência, o Big Bang, o infinito, mas é principalmente uma referência à
singularidade, o início de todas as coisas.
No simbolismo sagrado, esse símbolo faz menção ao tempo do despertar do
Universo. O ponto no meio do círculo representa o começo de tudo, a raiz.
Esse é o ponto onde tudo tem um começo. Se a humanidade fizer o caminho
de volta, certamente chegará a esse ponto. Ao lugar de onde todas as coisas
partiram. O lugar no espaço onde tudo teve um começo. O lugar no tempo onde
todos sabiam a mesma única história.
Chegamos a uma constatação que nos deixa perplexos: em um dia antigo,
nos primeiros passos da caminhada humana, todos acreditavam na mesma coisa e da
mesma forma. Não limitado às religiões do crescente fértil e da mesopotâmia,
encontramos a essência do mesmo relato nas religiões orientais. Assim está
escrito no Rig Veda: “Não existia nada:
nem o claro céu, nem ao alto a imensa abóbada celeste. O que tudo encerrava,
tudo abrigava, e tudo encobria, que era? Era das águas o abismo insondável?”
(Rig Veda). “A raiz da vida estava em
cada Gota do Oceano da Imortalidade, e o Oceano era Luz Radiante, que era fogo,
calor e movimento” (Estância III do Livro de Dzian).
Os tebanos do Egito acreditavam que o Monte Primordial emergiu das águas
primordiais exatamente na posição geográfica onde estava edificada a cidade de
Tebas.
Em paralelo, existe em Israel o Monte Hermon, que é o equivalente físico
do Monte da Congregação celestial. Foi no Monte da Congregação, realidade
absoluta no céu dos céus, que, no seu tempo, Lúcifer quis se assentar e dali
governar o mundo de Deus: “E tu dizias no
teu coração: ‘Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu
trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte’” (Is
14.13).
Monte Hermon = Monte Primordial = Monte da Congregação.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
sexta-feira, 20 de março de 2026
NÃO VOLTE PELO MESMO CAMINHO
quinta-feira, 19 de março de 2026
O PEIXE COM DINHEIRO NA BOCA
COLOSSENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Colossos.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 60-62 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os colossenses estavam lutando contra uma estranha forma de filosofia judaica de influência grega que considerava os cristãos ainda vulneráveis às forças espirituais (forças, estas, que precisavam ser aplacadas através da veneração, através de algum tipo de ascetismo em relação a comida e bebida, e pela observação de certos dias prescritos na lei cerimonial do Antigo Testamento).
- Para quê este livro foi escrito? Para ajudar os cristãos a entender que, para ganharem aceitação perante Deus, eles precisam somente de Cristo.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quarta-feira, 18 de março de 2026
DIMINUA SEU EXÉRCITO
terça-feira, 17 de março de 2026
MERGULHE SETE VEZES
segunda-feira, 16 de março de 2026
JUDAS TINHA ESCOLHA?
domingo, 15 de março de 2026
O QUE É A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO?
O MAR DA GALILEIA
O Mar da Galiléia é a manifestação física do Mar das Águas Primordiais
tanto na visão egípcia, quanto na visão judaica e na maioria das tradições
ocidentais e orientais.
Incríveis realizações do Filho de Deus foram realizadas naquele palco e quem
possui sensibilidade espiritual logo percebe os significados míticos e místicos
dos eventos protagonizados por Jesus no Mar da Galiléia.
Jesus andou sobre as águas e acalmou a tempestade que enfurecia o mar. Fez com que Pedro caminhasse ao seu encontro sobre as mesmas águas e
em seguida acalmou a alma de seus aterrorizados discípulos.
Foi nesse mesmo lugar que Jesus ordenou que os peixes enchessem
abundantemente a rede de seus seguidores. Foi do fundo do Mar da Galiléia que
veio o dinheiro para pagar a extorsão do imposto ilegal cobrado pelo governo
romano.
Sob o ponto de vista místico e mítico, todas as vezes que Jesus
manifestou sua autoridade sobre o Mar da Galileia, Ele estava mencionando em
nível cósmico, a sua soberania sobre toda a criação que surgiu a partir das
Águas Primordiais.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
sábado, 14 de março de 2026
DEUS MANDOU MATAR CRIANÇAS EM GUERRAS?
sexta-feira, 13 de março de 2026
DEUS SE ARREPENDE?
quinta-feira, 12 de março de 2026
Tíquico — o mensageiro fiel das cartas apostólicas
SE JESUS É O PRÍNCIPE DA PAZ, POR QUE A TERRA ONDE ELE NASCEU VIVE EM GUERRA?
FILIPENSES
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Filipos.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 61 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque os filipenses estavam enfrentando perseguição (1.27-30) e sentindo as pressões exercidas pelos falsos ensinamentos (3.2-21). Os conflitos na igreja puseram em risco o testemunho dos crentes ao mundo e a sua capacidade de suportar seus ataques (1.27 – 2.18; 3.2-3).
- Para quê este livro foi escrito? Para fortalecer e instruir os cristãos quanto à vida cristã; e, para ensiná-los que o sofrimento para o crente é “um prelúdio à ressurreição” (3.10-11).
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quarta-feira, 11 de março de 2026
Maria — A cristã elogiada por Paulo
DE QUE LADO DEUS ESTÁ NA GUERRA?
domingo, 8 de março de 2026
O MAR DAS ÁGUAS PRIMORDIAIS
O Lago estava adormecido aos pés do Altíssimo, até que o Pão da Vida
tocou suas águas de cristal.
Uma elegante, porém furiosa onda se formou abrindo sua circunferência
que buscava o limite da margem.
Na forma da intenção do Altíssimo, o que era oculto se fez revelado.
O Espírito de Deus pairava sobre as revoltas Águas da Vida e tudo que
ainda não havia como realidade, se ergueu e se formou.
Cada gota do oceano era água e era fogo.
Da água emergiu a terra e do fogo se fez o ar.
Mantendo a superfície das águas isoladas da profundidade do oceano, os
véus da realidade cumprem a missão de ocultar o que está acima da superfície.
Sob as águas, o que é visto pelos olhos é a grande ilusão dos submersos.
Sobre a superfície das águas primordiais tudo está unido ao mundo dos
espíritos, que Platão chamou de mundo das ideias.
Abaixo da superfície tudo é sombra. Sombras do que o homem deveria ser
enquanto filho gerado no seio do Pai dos Espíritos. Abaixo da superfície o
homem é apenas um borrão escuro do que deveria ter sido.
Acontece que em direção à profundidade das águas, as imagens são
distorcidas pelo fenômeno físico e também espiritual conhecido pelo nome de
‘refração da luz’. Esse fenômeno explica que quanto mais refringente for um
meio óptico, menor será a velocidade da luz em seu interior. A profundidade das
águas afeta o comportamento da luz.
O meio fluido, abaixo da superfície provoca refração, uma mudança da
direção de uma onda luminosa.
A profundidade das águas diminui a velocidade da luz e muda o curso de
sua direção.
É impossível ser luz em sua plenitude quando o meio é inadequado.
Devemos ser luz, todavia o meio onde vivemos é uma prisão onde as
características mais essenciais da luz são coibidas de se manifestar.
Existe um chamado que convida o homem para emergir da profundidade
escura: “Mas, se andarmos na luz, como
ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo,
seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 Jo 1:7).
A consciência do homem pode evoluir rumo a superfície, onde a velocidade
da luz não sofre alteração e onde as propriedades das imagens são verdadeiras e
não meros espetros da realidade.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
quinta-feira, 5 de março de 2026
EFÉSIOS
- Para quem foi escrito este livro? Para a Igreja de Éfeso, em primeira mão, mas, certamente, também para todas as igrejas da Ásia.
- Por quem foi escrito (autor)? Paulo.
- Em qual momento histórico? Por volta do ano 60-62 d.C.
- Por que este livro foi escrito? Porque Paulo queria ensinar para os cristãos o “mistério da igreja”.
- Para quê este livro foi escrito? Para ensinar, dentre outras verdades fabulosas, que: “A Igreja é a nova humanidade de Deus, uma colônia onde o Senhor da história estabeleceu uma amostra da unidade e dignidade renovada da raça humana (1.10-14; 2.11-11; 3.6,9-11; 4.1-6.9)”.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
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