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domingo, 2 de agosto de 2026

A PLENITUDE DO HOMEM SEGUNDO O EVANGELHO – PARTE 4

 


8 - Aprenda com os Tropeços

Afirmação: Nada me aflige, tudo aproveito para meu aprimoramento interior!

Quem já não se deu mal em algum empreendimento? Quem já não teve um relacionamento frustrado? Quem já não errou na vida, de uma maneira ou de outra? Até pessoas que são consideradas "santas", já confessaram que erraram algum dia, e que ainda têm muito que aprender.

Portanto, se algo que tenha feito de errado, o está incomodando, a ponto de torná-lo preocupado ou infeliz, aproveite esse "tropeço", e observe o que através dele, pode ser tirado de bom ou que lição deve aprender, e siga em frente.

São essas experiências, consideradas dolorosas que, quando bem aproveitadas, fortalecem nossa personalidade e ajudam-nos a criar um futuro mais firme e promissor.


9- Indecisão

Afirmação: Faço tudo no momento certo, segundo meus conhecimentos e sigo a soberana vontade de Deus.

O que foi? Está indeciso por alguma coisa? Algo em particular que merece sua decisão não lhe sai da cabeça? Você terá sempre dois caminhos: ir ou ficar; fazer ou não fazer; dizer sim ou não, e pronto! Usando um termo popular, não “barrigue” suas decisões com relação aos seus problemas, senão eles acumulam e lhes sobrecarregam. Procure analisar cada situação de uma forma criteriosa e sincera, e depois tome uma decisão com a certeza de que fez o melhor, e não se preocupe mais.

Imagine se todas as decisões que tivéssemos que tomar, nas mínimas coisas do nosso dia, deixássemos para depois. Dá até para sentir a grande bagunça e desordem que seria.

Não prorrogue suas decisões, livre-se da dúvida e viva mais leve e mais feliz.

 

10- Ame

Afirmação: Amo a vida e tudo o que ela me representa!

Algumas pessoas acham que amor é apenas a atração que um ser humano sente por outro; mas, nós sabemos que ele é muito mais abrangente.

O amor e uma expressão divina e, por isso, permeia todo o espaço e tudo o que existe. Para estarmos em harmonia com esse sentimento, procuremos dar afeto e atenção a todas as pessoas que convivem conosco, em nossa casa, em nosso trabalho, no convívio social, enfim, a todos aqueles que cruzam nossos caminhos.

Não devemos esquecer de que tudo o que existe deve ser objeto de nosso amor: os animais (nossos irmãos menores da criação), as plantas, os favores da natureza, o alimento que consumimos, a água, enfim, o próprio universo.

Ame tudo e todos.

 

11- Não crie desgraças

Afirmação: Espero só coisas alegres e saudáveis!

Se você guardar grande quantidade de analgésicos, esperando o momento em que terá dor de cabeça, já estará, em sua mente, criando a dor e a necessidade de usá-los. É claro que, em alguns momentos, esses remédios são necessários, mas ficar enchendo gavetas com a certeza de que vai necessitar deles, é bem diferente. Da mesma forma, existem pessoas que poupam uma determinada quantia por mês, não para ser usada em algo proveitoso e saudável no futuro, mas sim, aguardando uma provável desgraça, para a qual seja necessária. Ficam aguardando e criando mentalmente, algo desagradável que lhes possa acontecer. Temos que ser responsáveis, e uma reserva financeira sempre é muito importante, mas, daí, a ficarmos esperando algo desastroso, é muito diferente.

Acredite, crie mentalmente situações favoráveis e saudáveis, e é exatamente isso que você terá!



Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

A PLENITUDE DO HOMEM SEGUNDO O EVANGELHO

 


2 Corintios 4:3~7


A prosperidade, a saúde, a paz de espírito e a felicidade, são sentimentos que buscamos quando nos filiamos a uma organização religiosa.

 

O QUE É SER PLENO?

 

‘’- O QUE A COMPREENSÃO DO EVANGELHO TEM A ME OFERECER NA MINHA VIDA DIÁRIA?’’

 

Salmo 37:4  / Jeremias: 17:9

 

1-OBJETIVO

Afirmação: - Meu objetivo será atingido e eu louvo a Deus por isso

Devemos desejar ardentemente e perseverar até o fim.

 

 

2- NÃO TENHA MEDO

Afirmação: - Em Cristo eu sou forte, em Cristo eu nada temo, em Cristo tudo enfrento, em Cristo sou mais que vencedor.

Enfrente as coisas que você imagina temer, e como por milagre, observará que elas deixarão de ter poder sobre você.

Filipenses 4:13

Romanos 8:37

 

3- SÓ COMENTE COISAS POSITIVAS

Afirmação: - Vou procurar a  mão de Deus em todas as coisas.

Quando você começar a agradecer mais e pedir menos, Deus vai realizar o milagre da multiplicação daquilo que você agradece, e mais, vai satisfazer os desejos do seu coração.

 

 

Conclusão

 

A vida de Jesus é o nosso exemplo

A morte de Jesus é a nossa salvação

A ressurreição de Jesus nos capacita a sermos PLENOS.

 

Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

 

domingo, 19 de julho de 2026

A CEIA DO SENHOR – 2° PARTE



1 Coríntios 11:27~32 

A EFICÁCIA DO RITO

 

A Ceia do Senhor é um benefício para o crente, mas, segundo o texto que lemos, não há nada de automático nisso. Muitos Coríntios que participavam da Ceia do Senhor, ao invés de serem espiritualmente edificados, haviam-se tornado fracos e doentes, estando alguns até mortos (v.30). Assim, o efeito da Ceia do Senhor deve depender da (ou ser proporcional à) fé demonstrada pela pessoa e de sua relação ao que se apresenta no rito. Uma compreensão correta do significado da ceia do Senhor, e uma resposta apropriada de fé são necessárias para que o rito seja eficaz.

É, pois, importante examinar a simbologia da Ceia do Senhor. É, em particular, um lembrete da morte de Cristo e de seu caráter sacrificial e uma oferta de justificação por nossos pecados a Deus, o Pai. Além disso, representa nossa dependência do Senhor e nossa ligação vital com ele, e também aponta para sua segunda vinda. E, ainda simboliza a unidade dos crentes dentro da igreja e o amor e o interesse que têm uns pelos outros. A Ceia, reflete um fato de que um corpo é um corpo.

É apropriado explicar o significado da Ceia do Senhor a cada observância. E todo participante deve examinar com cuidado seu próprio entendimento e condição espiritual (1Co11.27,28). A Ceia do Senhor será, então, uma ocasião de renovação do compromisso da pessoa com o Senhor.

 

O MINISTRADOR DIGNO

 

As escrituras fornecem bem pouca orientação sobre a questão de quem deve ministrar a Ceia do Senhor. O que aparece nos relatos dos evangelhos e na discussão de Paulo é que a Ceia do Senhor foi confiada à igreja e, pelo que se presume, deve ser ministrada por ela. Entende-se portanto, que seja justo que as pessoas escolhidas e empossadas pela igreja para supervisionar e dirigir seus cultos de louvor também supervisionem a Ceia do Senhor.

 

OS RECEPTORES DIGNOS

 

Em nenhuma parte das Escrituras encontramos uma declaração extensa dos pré-requisitos para que se receba a Ceia do Senhor. Podemos inferir, porém, que a Ceia do Senhor significa, pelo menos em parte, um relacionamento espiritual entre o crente como indivíduo e o Senhor, um pré-requisito é um relacionamento pessoal com Deus. Em outras palavras, os que participam devem crer genuinamente em Cristo. Embora não se possa fazer nenhuma restrição rígida quanto à idade, o comungante deve ser maduro o suficiente para ser capaz de discernir o corpo (1Co 11.29).

Inferimos outro pré-requisito do fato de que havia pessoas cujos pecados eram tão graves que Paulo instava a igreja a afastá-las do corpo (1Co 5.1~5). Com certeza, a igreja deve, como um primeiro passo de disciplina, afastar o pão e o cálice da pessoa que esteja em pecado flagrante. Em outros casos, porém, uma vez que não sabemos quais eram os pré-requisitos para ser membros das igrejas neotestamentárias, talvez seja melhor, depois de explicar o significado do sacramento e a maneira pela qual se deve participar dele, deixar a decisão de participar ou não par os próprios indivíduos.


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

domingo, 5 de julho de 2026

REALIDADE EM CAMADAS

 


O ser humano é o universo em miniatura.

Tudo que existe é orientado pela máxima de Jesus: “assim na terra como no céu” (Mt 6:10) ou seja “pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hb 11:3).

Tudo que há, existe em camadas de realidade, sendo cópias uma das outras. Descortinar essas camadas é semelhante a retirar as pétalas de uma cebola; retiramos uma pétala e logo aparece outra cuja aparência por mais que se assemelhe à anterior, ainda é diferente. Assim sucessivamente vamos removendo as pétalas até que chegamos ao núcleo do bulbo.

A concepção geométrica usada pelo Grande Arquiteto para a criação do Universo é obviamente superior à nossa limitada compreensão. Estar diante de tamanha grandeza nos paralisa de admiração.

O Apóstolo dos Gentios, tão pasmado quanto qualquer um de nós, exprimiu esse sentimento de estupefação na carta que escreveu aos cristãos de Roma: “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos! Por que quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro?” (Rm 11:33,34).

A mente do Criador projetou um arrojado sistema de proporção e correspondência que pode ser percebido a partir de dois pontos: o Concreto e o Simbólico-Abstrato. Somente através da percepção dessas abordagens é que poderemos avançar rumo ao conhecimento dos mistérios do universo.

Essas abordagens são equivalentes, todavia nossa percepção do que é concreto e do que é simbólico-abstrato varia de acordo com a realidade.  Perceba que a chuva faz correspondência às lágrimas, que os rios fazem correspondência à corrente sanguínea, que as sete cores do arco-íris fazem correspondência às sete notas musicais e que a progressão musical faz um paralelo com a sequência numérica de Fibonacci.

Leonardo Fibonacci foi um matemático italiano, que nasceu em 1170, e morreu depois do ano de 1240. Ele é considerado por alguns historiadores como o maior matemático ocidental da Idade Média. Entre todos os seus trabalhos, a sua maior descoberta foi uma sequência numérica que leva o seu nome. A sequência de Fibonacci foi constatada a partir da observação da reprodução de coelhos; essa sequência começa com o número 1 e continua somando o número da vez com o seu anterior. Assim, o segundo número na sequência também é 1 e logo:

1

1

1+1=2

2+1=3

3+2=5

5+3=8

8+5=13

13+8=21

21+13=34

34+21=55

55+34=89 e assim infinitamente.

A Sequência Fibonacci é um perfeito exemplo de que existe correspondência em tudo que existe no universo. Tudo é correspondente e equivalente.

O que a concha de caramujo tem a ver com as presas do elefante? O que o rabo do camaleão tem a ver com a flor do girassol? O que o fruto da pinha tem a ver com a disposição dos versos da Ilíada de Homero? Ou o que a Monalisa tem a ver com a disposição dos blocos de pedra usados na construção das Pirâmides do Egito? Tudo que foi citado é equivalente e é comandado pela mesma lei numérica: tudo se explica pela sequência numérica descoberta por Leonardo Fibonacci.

Deus criou todas as coisas usando princípios matemáticos: “Assim na terra como no céu”. Trouxe a existência um universo construído em camadas e que se explica de forma fragmentada a partir da Fé: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hb 11:1).

Aquilo que a ciência ainda não explica, poderia ser mais rapidamente explicado se os cientistas usassem a fé como ferramenta de trabalho.

Acerca de Abraão o texto de Hebreus se aprofunda dizendo: “Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hb 11:8-10).  Abraão não quis investir seus recursos financeiros nessa camada de realidade, optando por não criar raízes nesse mundo. Ele habitou sua própria terra como se fosse terra alheia e morou em cabanas porque não queria construir nada que fosse definitivo na terra. É por isso que Abraão não construiu um palácio. O Pai da Fé não queria nada que tivesse seus alicerces fincados no chão, afinal, seus pés não estavam na terra.

Abraão e seus filhos não queriam nada que os prendessem nesse véu de realidade. Esses homens extraordinários entenderam que tudo era um reflexo do que estava acima. Eles não queriam amar o reflexo pois almejavam a realidade superior.

O PRINCÍPIO DA CORRESPONDÊNCIA  (já usado no video A ORIGEM DE EVA COMO CORRESPONDENCIA DA ORIGEM DA IGREJA) 

O Princípio da Correspondência de Hermes Trimegisto assegura: “O que está em cima é como o que está em baixo; e o que está embaixo é como o que está em cima”.

Deus fez o homem à Sua imagem e à Sua semelhança: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26). Se Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança, o que mais não seria correspondente?

Na continuidade do Livro de Gênesis vemos que o conceito de correspondência é passado do Criador para a coroa da sua criação: “E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe colocou o nome de Sete” (Gn 5:3O).

Deus fez Adão à Sua imagem e Semelhança, logo Adão fez Sete à sua imagem semelhança. Note que Adão é imagem e semelhança de Deus, e que Sete, é imagem e semelhança de Adão.

Tudo está conectado e tudo é equivalente. O que está em cima é análogo ao que está embaixo, logo, o que está embaixo é análogo ao que está em cima.

Não se trata de coisas iguais: são análogas, são imagem e semelhança. Não se assuste se um dia você chegar à conclusão de que a maneira como você pilota o seu carro é imagem e a semelhança da maneira como você dirige a sua própria vida.

Não pasme se um dia você perceber que a arrumação da sua gaveta de roupas íntimas é a imagem e a semelhança da forma que você organiza suas ideias.

Se você começar observar suas atitudes mais triviais, você perceberá que tudo é reflexo de quem você é.

O princípio da correspondência está em tudo! Nós fazemos aquilo que somos e somos aquilo que fazemos.

Devemos usar esse princípio a nosso favor! O Princípio da Correspondência deve ser utilizado como forma de treinamento para obtenção de sucesso.

Se você quer organizar a própria vida comece organizando a sua gaveta de camisas; se você quer cuidar da sua saúde espiritual comece cuidando da sua saúde física.

Quer mudar o mundo, comece mudando sua maneira de viver.

Não se trata de apenas força de vontade; é ação.

Seja a mudança que você deseja para o mundo.

Reproduza no mundo físico aquilo que você quer conquistar no mundo espiritual.

Quando você se move em um plano você gera correspondência em outro plano, “assim na terra como no céu”.

 

Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

quinta-feira, 4 de setembro de 2025

LIVRO DE CANTICO DOS CANTICOS

- Para quem foi escrito este livro? Para os israelitas.

- Por quem foi escrito (autor)? Salomão.

- Em qual momento histórico? Durante o reinado de Salomão.

- Por que este livro foi escrito? Porque o povo da aliança precisava ter em mente que Deus preza o amor conjugal lícito e a instituição da fa-mília (este livro se refere ao amor conjugal e revela as três qualidades mais desejáveis do amor entre um homem e uma mulher: autodoação, desejo e compromisso).

- Para quê este livro foi escrito? Para mostrar ao povo da aliança que Deus preza o amor conjugal lícito e a instituição da família; também para refletir o próprio amor de Deus por nós.


 Cesar de Aguiar


teolovida@gmail.com

sábado, 29 de outubro de 2016

EVANGELIZAÇÃO DE VERDADE

Boas notícias existem porque más notícias existem!

Evangelizar é basicamente isso: contar primeiro as más notícias para posteriormente anunciar o que soluciona definitivamente o problema do mal que foi anunciado. A boa notícia é a anulação do mal.

Não existe boa notícia sem má notícia!
Evangelizar é contar ao homem sua real situação para em seguida mostrar o que Cristo fez e a forma de receber essa graça disponível.

Evangelizar é falar a verdade, mesmo que em função de dizer a verdade sua vida esteja correndo riscos.


A Bíblia não é difícil de entender. A Bíblia é difícil de engolir.

Quando temos essa consciência passamos a entender porque Jesus disse que nos enviaria como cordeiro entre os lobos. 
Cordeiros e lobos!!! Você consegue imaginar lobo e cordeiro abraçados, trocando beijos e destilando elogios?
Claro que não! O lobo vai devorar o cordeiro.
A nossa missão é ser cordeiro até o fim! E isso sem fazer nenhum tipo de acordo com os lobos. E se preciso for, ser devorados por causa de dizer a verdade.

Somos chamados a dizer a verdade e nada além da verdade! E é nossa missão servir a refeição completa às pessoas. Afinal, se a Bíblia é o que Ela diz ser, seremos loucos se pregarmos outra coisa!
Em função de uma péssima abordagem evangelística tem muita gente sendo envenenada e se envenenando enquanto tenta satisfazer as necessidades mais básicas do espírito.

Estamos em uma triste época em que devemos evangelizar principalmente os evangélicos. O Evangelho da Graça foi tão diluído em doutrinas de homens que hoje, os evangélicos precisam ser impactados com a verdade e desintoxicados pela água limpa da Palavra.

Infelizmente, nos dias atuais os cultos na grande maioria das igrejas brasileiras se transformaram em mero entretenimento dominical. As pessoas vão às igrejas pelo mesmo motivo que vão às boates: vão para se divertirem, para se esquecerem de suas misérias, para imaginarem-se de algum modo livres e felizes.
Não há nada mais estúpido do que a inteligência orgulhosa de si mesma! 
Atualmente igreja e boate estão servindo ao mesmo objetivo: são prestadores de serviços no mercado da diversão. Trabalham com produtos diferentes, mas no final das contas o que fornecem aos frequentes é a mesma coisa: prazer e entretenimento para seus clientes.

Nas palavras de Jonh Stot: "Nós barateamos o Evangelho quando o retratamos apenas como algo que nos liberta da tristeza, do medo, da culpa e de outras necessidades pessoais, ao invés de apresenta-lo como uma força que nos liberta da ira vindoura".

Evangelizar é dar uma boa notícia para quem não quer ouvir. 
Para alguém que não quer acreditar. 
Evangelizar é dar a própria vida em função dos ideais de Jesus Cristo.

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M.e. César de Aguiar
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