Este é o
número dos gentios (dez) multiplicado por sete. Existem os setenta anciãos de
Israel. Existe a fábula da Septuaginta – LXX – que seria a tradução do Velho
Testamento do Hebraico para o Grego, feita por 72 anciãos de Israel. Isso
jamais poderia ter acontecido, pelas razões expostas no artigo publicado na
Folha Universal, do capítulo 9 do Livro “The Answer Book”, do Dr. Samuel L.
Gipp, o qual está à disposição dos leitores.
A Septuaginta
foi inventada por Orígenes em sua Hexapla. Orígenes foi o primeiro crítico
dos textos recebidos dos apóstolos – os
textos antioquianos ou Majoritários – que ele esmiuçou e deturpou em muitas de
suas obras, criando, assim, os textos alexandrinos, que seriam a base da
Vulgata Latina de Jerônimo e de todas as Bíblias modernas alicerçadas no Texto
Grego do Novo Testamento de Westcott e Hort. Além de Orígenes, temos outros
apóstatas e hereges não salvos que fizeram traduções do Velho Testamento. Estes
são Simaco, Áquila e Teodósio. Nenhum deles aceitava a teologia paulina da
salvação pela graça através da fé no sacrifício vicário do Senhor Jesus Cristo
na cruz do Calvário.
A fabulosa Septuaginta é a 5ª coluna da Hexapla escrita por
um “teólogo” que tinha a coragem de declarar que o filósofo pagão e imoral –
Platão – era inspirado por Deus. A filosofia de Platão foi inserida nas obras
escritas de Orígenes, as quais produziram todas as aberrações das Bíblias
futuras que se norteariam pelos textos alexandrinos. Orígenes considerava
inspiradas as “Epístolas de Barnabé” e “O Pastor de Herma”, dois livros
apócrifos. Os códigos “Vaticanus” e “Sinaíticus”, que figuram entre os mais antigos,
descobertos no século XIX, por Tischendorff, no lixo do mosteiro de Santa
Catarina, no Monte Sinai, são a base do Texto Grego do Novo Testamento de
Westcott e Hort.
No tempo em que Constantino deu anistia ao Cristianismo.
Fundando a Igreja Católica, com a fusão do Cristianismo apóstata, do Judaísmo e
do paganismo, o Bispo Eusébio, comparando o monarca romano pagão ao Senhor
Jesus Cristo, anunciou à nova Igreja que “Cristo e Constantino reinariam juntos
pela eternidade”.
Nesse ponto ele quase acertou na maléfica profecia. Todos os
papas que vieram depois de Constantino, têm sido os legítimos herdeiros dos
césares romanos, governando em nome de Jesus Cristo, do qual se dizem vigários
na terra.
Contudo, eles esquecem que o reino do Senhor Jesus Cristo
não é deste mundo, pelo menos enquanto a igreja unida estiver existindo. O seu
reino será estabelecido quando Ele vier em sua gloriosa Segunda Vinda, para
iniciar o seu Reinado Milenar.
Todos os “eruditos” que aprovam e usam os textos
alexandrinos de Orígenes são incrédulos. Não crêem na Divindade, Nascimento
Virginal, Morte Vicária, Ressurreição, Ascensão de Cristo e no Espírito Santo
como a terceira Pessoa da Trindade. Eles
são cegos (cujos olhos estão nublados pela catarata vaticanesca) pretendendo
guiar os cristãos neste mundo corrompido e apóstata. São filhos da “Nova Era”
e, portanto, precursores do Anticristo e para esses eu dou nota zero – assim
como dou nota dez para o Deão Burgon, Edward Hills (ThD), David Ottis Fuller
(DD), J.J. Ray, Samuel Gipp (ThD). William P. Grady (ThD) e o mais corajosos de
todos, no final do século 20 e início deste 21 – Peter S. Ruckman (ThD, DD,
etc.). Fora esses teólogos, internacionalmente conhecidos, temos um em
Johanesburgo, Júlio Carrancho, que tem enfrentado os inimigos da Palavra de
Deus com a maior bravura e, por isso, tem sofrido bastante.
Dr. Peter Ruckman
teolovida@gmail.com
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