sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A INVASÃO BABILÔNICA

O clímax do castigo de Deus pela apostasia judaica está na invasão de Jerusalém pela Babilônia por volta dos anos 605 a.C.

A Babilônia tinha uma política curiosa para conduzir o processo de dominação. Eles invadiam uma nação e matavam a todos que lutavam no front. Todos os guerreiros inimigos eram assassinados no campo de batalha. 
Os que não eram guerreiros e possuíam alguma utilidade eram deportados para a capital. 

Essa era a estratégia de guerra da Babilônia: tirando os nativos de seu lugar de origem, eles suprimiam completamente qualquer tentativa de revolução.

Mas o exílio na Babilônia iria durar pouco: No Egito foram 400 anos. Na Babilônia foram apenas 70.

O Antigo Testamento conta que as forças militares da Babilônia atacaram Jerusalém por três vezes durante período de governo do Imperador Nabucodonosor.
A cada novo ataque a Jerusalém os caldeus evoluíam os castigos que eram aplicados à cidade.
Por ocasião do primeiro ataque, em 606 a.C., o Imperador levou consigo uma grande parte dos utensílios sagrados do templo construído pelo Rei Salomão (Daniel 1:1-2; II Crônicas 36:6 e 7). Nessa ocasião levou também um bom número de jovens reféns, oriundos da alta classe social judaica. Entre esses reféns foram levados Daniel, Sadraque, Mesaque e Abdenego.

Nessa ocasião, curiosamente o reino de Judá era um aliado do Faraó do Egito. E a Babilônia era arquinimiga do Faraó. Foi quando a Babilônia derrotou um posto militar do Egito, localizado na cidade de Carquêmis, que ficava próxima e às margens do rio Eufrates. Em função da derrota dessa base militar o Egito perdeu completamente o controle que mantinha sobre as terras da Síria e da Palestina. Isso permitiu que Nabucodonosor atacasse definitivamente a Jerusalém. Tendo o domínio estabelecido sobre Jerusalém, o Imperador Nabucodonosor obrigou o rei judaico Jeoiaquim a abdicar o tratado de cooperação com o Egito e a assinar um termo de compromisso de submissão ao Reino da Babilônia.

Após o falecimento de Jeoiaquim, seu filho Joaquim cumpriu um reinado que durou apenas três meses. No ano de 597 a.C., a cidade de Jerusalém foi novamente atacada por Nabucodonosor e uma segunda levada de riquezas e pessoas ‘úteis’ foram encaminhadas para a capital da Babilônia. Nessa leva de pessoas foram incluídas milhares de cativos com habilidades úteis: artífices e ferreiros. Deixaram para traz apenas o povo pobre da terra de Israel ( II Reis 24:8-16).

O terceiro ataque militar do exército de Babilônia aconteceu em 586 a.C., por ocasião do o reinado de Zedequias.
Já sem muita resistência, Jerusalém caiu, e o templo construído pelo Rei Salomão foi completamente reduzido a pó (II Reis 25:8-9 e II Crônicas 36:17-21).

Somente os pobres do povo foram deixados na terra de Judá (Jeremias 39:10).
Nessa ocasião aconteceu um episódio muito curioso com o profeta Jeremias. Por graça da providência divina, Jeremias foi libertado do cativeiro e teve a oportunidade de fazer a opção de ficar na terra de Judá (Jeremias 39:11-14 e 40:6). Esse local desolado, em meio à pobreza extrema é o pano de fundo do Livro de Lamentações de Jeremias.

Mas o Reinado da Babilônia não duraria para sempre. A taça da ira de Deus transbordou e os dias da glória de Babilônia se acabaram. Acontece que o imperador Ciro, da Pérsia, conquistou e invadiu a Caldéia em 539 a.C.

E a história de Israel novamente mudou de rumo pois a política de dominação Medo-Persa era bem diferente da politica da terra de Hamurabi. 
Enquanto os caldeus queriam levar o povo ‘útil’ para sua capital, a pérsia queria que os povos estivessem cada um em sua terra natal, sendo submissos e pagando tributos ao Reino da Pérsia.

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“continua...”

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M.e. César de Aguiar

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

UM BREVE PASSEIO PELA LONGA HISTÓRIA ISRAELITA

Foram 400 anos sofrendo a escravidão no Egito! 
Esse foi um tempo mais do que suficiente para destruir todos os sonhos e expectativas de uma família que trazia em sua história a marca da promessa.

A convite do vice rei do Egito, a família do patriarca Abraão, fugindo da fome na terra de Canaã, mudaram de endereço. 

Juntamente com Jacó, que era neto de Abraão, chegaram no Egito o número de setenta pessoas, todos da mesma família.

Essas setenta pessoas se estabeleceram no vale do Nilo e após passarem 400 anos os hebreus somavam mais de 2 milhões de pessoas. Mais de dois milhões de escravos! 

Em terra estranha, após a morte de José, os israelitas mudaram o status de convidados do Faraó para escravos do império. 
Com a escravidão, o corpo de cada mulher e homem hebreu sofria com o trabalho escravo que castrava sonhos, ideais e toda possibilidade de construção de uma nação soberana. 

Todavia, mesmo diante de terrível adversidade, o espírito da fé abraâmica não foi completamente destruído, e após 400 anos de um povo que gemia e orava ao Deus dos seus antepassados, YHWH interveio de forma definitiva na história da nação escolhida.

O êxodo é a história do que Deus fez em 40 anos.

Em 40 anos, Moisés liderou uma nação de escravos e deu a eles leis sociais, leis jurídicas, leis políticas e fundou a religião judaica. Em 40 anos Moisés construiu o templo e deu ao povo a terra prometida, para estabelecimento da nação tão desejada.

Em 40 anos Moisés fez o que muitas nações ainda não conseguiu fazer mesmo após centenas de anos de história.

Esses feitos fantásticos em tão pouco tempo nos faz concluir que Moisés é de longe o maior líder de toda história da humanidade.

Em quarenta anos Moisés transformou uma nação de escravos em uma nação de guerreiros que conquistaram toda a planície de Canaã.

É isso que Deus faz: transforma viciados em pastores vocacionados, transforma traficantes em apóstolos, transforma adúlteros em mestres e alcóolatras em Evangelistas. Deus sempre muda a história objetivando o louvor de Sua glória.

Depois dos milagres que Deus operou no Egito e de tudo que Moisés executou durante o tempo de formação da nação judaica, era de se esperar que a história de Israel fosse uma espiral ascendente.

Mas não foi isso o que aconteceu!

A história de Israel é marcada por: rebeldia e afastamento de Deus.

Durante o transcorrer da história houve várias reformas ocasionais.

Homens como Gideão, Samuel e Davi tentaram com todas as suas forças resgatar a verdadeira adoração ao verdadeiro Deus, mas essas reformas nunca foram capazes de reverter o mal que o pecado causou na composição da nação.

Todas as tentativas foram frustradas, todavia a chama da fé nunca se apagava do coração dos mais piedosos.

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“continua...”

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M.e. César de Aguiar

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

AGEU – NOSSO CONTEMPORÂNEO

Os dias do Profeta Ageu são muito semelhantes aos nossos dias. Dias iguais, porque a essência do homem é igual!

Mesmo com todas as mudanças sociais e políticas e mesmo após a revolução industrial e tecnológica o homem continua essencialmente o mesmo ser histórico. 
Apesar da mudança do palco, a peça teatral é a mesma. E mesmo que os atores mudaram o discurso do texto, esses atores não alteraram a essência da história.

“não há nada de novo debaixo do sol”.

A ganância é a mesma. A cobiça é a mesma. A sede pelo poder é a mesma.
A história nunca muda. É sempre um ciclo da mesma coisa. É sempre mais do mesmo!

O Livro de Ageu nos convida a refletir acerca dos problemas mais triviais que enfrentamos em nossa vida.

O profeta Ageu nos convida a:

- Examinar nossas prioridades a fim de verificar se o nosso interesse está principalmente em Deus acima dos nossos próprios prazeres;

·      -  Levantar a cabeça e retomar a caminhada mesmo diante de uma situação de oposição ou situação desanimadora,

·        -  Confessar a Deus nossas derrotas e retomar a caminhada de fé

·        -  Acreditar no controle absoluto de Deus sobre todas as situações da vida agir corajosamente

·         -  Descansar na segurança das mãos de Deus confiantes que tudo coopera para o bem dos que o amam.

     Esse é um convite para estudar e meditar nos escritos do Profeta Ageu. 
      A partir desse texto vamos postar vários outros estudos com a intenção de produzir uma agradável e impactante viagem pelo mundo, idéias, profecias e conselhos do Ancião que viveu dias muito semelhantes aos dias em que vivemos na atualidade.

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M.e. César de Aguiar

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A ONISCIÊNCIA DE DEUS E A CRIAÇÃO

"Deus conhece o universo em toda sua totalidade". 
Essa é uma declaração assustadora! Os astrofísicos dedicam suas vidas a encontrarem a formula matemática que explicaria a teoria do tudo.
Deus não apenas conhece essa fórmula - Deus criou essa fórmula!

E isso significa dizer que Deus conhece o funcionamento de tudo o que existe sem que para isso precise de um processo de contínua observação e raciocínio. 

É por isso que a sustentação de todo o universo acontece de forma automática e perfeita. Deus sabe de todas as coisas de forma absoluta e imediata.

Para Deus, os eventos que acontecem em todo o universo não são sucessivos ou fracionados onde uma coisa acontece sucessivamente uma após a outra. O tempo não limita o conhecimento que Deus tem sobre o todo. Passado,  presente e futuro estão diante Dele como uma única lâmina de  visualização.

O homem como ser criado à imagem de Deus, pode encontrar em sua própria vida natural uma analogia útil para entender verdades espirituais acerca de seu Criador. Embora sabendo que qualquer evento do mundo físico é precário demais para servir como ilustração para entender qualquer um dos atributos do Todo Poderoso, observe que no funcionamento do corpo humano encontramos uma metáfora muito adequada!

O funcionamento dos órgãos internos do corpo humano, como o coração, o fígado e os pulmões podem nos dar uma rasa compreensão de quem é Deus.
Esses órgãos independem do nosso raciocínio para que continuem funcionando. Funcionam enquanto dormimos ou enquanto praticamos atividades. Eles apenas funcionam! E não precisa da minha ordem dizendo: “funcione coração! fígado, faça o seu trabalho!”. Mesmo sem eu pensar, meu coração continua batendo e meus pulmões continuam respirando.

Assim é todo o universo em relação a Deus: tudo funciona de forma perfeita sem que Deus tenha que efetuar qualquer raciocínio para viabilizar o funcionamento.

Sabemos que usar o exemplo do corpo humano pode ser desqualificado! Afinal o homem tem seu organismo funcionando mesmo que ele seja completamente ignorante da matéria de anatomia. Nesse sentido as coisas com Deus são absolutamente diferentes: Todo o universo funciona perfeitamente e Deus sabe tudo acerca de tudo.

Deus sabe perfeitamente a forma de funcionamento de cada estrela, de cada cometa, das ondas numa praia remota do Planeta Terra, ou mesmo uma folha caindo de uma árvore na Floresta do Amazonas.

Deus sabe de forma perfeita o funcionamento do corpo de cada um dos seres humanos que já passaram pela face da terra. Deus sabe o número de grãos de areia de uma praia e a quantidade de fios de cabelo que cada ser humano possui em sua cabeça (Mt 10.30).
A onisciência de Deus é o motivo para o crente se sentir consolado.

Em meio às dificuldades da vida, o crente pode descansar no Senhor. O crente pode ter a certeza de que DEUS SABE (Mt 6.8).

E se Ele sabe, tudo vai acontecer de maneira perfeita.

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M.e. César de Aguiar
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domingo, 11 de dezembro de 2016

OS MISTÉRIOS DO NUMERO TR3S

O número três é a soma da unidade mais a divisão da mesma, sendo a fórmula Trinitariana do Deus único na Trindade. A Bíblia diz que “Deus é Espírito” . Contudo, o Filho se tornou homem. Enquanto isso, o Espírito Santo é apresentando como “Senhor” e, portanto, Deus, como o Pai e o Filho, em Atos 21:11, quando Ágabo diz: “Isto diz o Espírito Santo”.
Na 2 Coríntios 3:17,  Paulo também diz: “O Senhor é Espírito”. Mesmo sendo a Segunda Pessoa da Trindade, o Senhor Jesus Cristo veio ao mundo em carne, a fim de dar a Sua vida em resgate pela salvação dos pecadores. Ele diz em João 14:9 “...Quem me vê a mim vê o Pai...”. Claro que Ele não se referia ao corpo do Pai, mas ao Seu Espírito, do mesmo modo como diz: “Estou em meu Pai” (João 14:20). 


Sendo o Número da Trindade, o Número Três é o número universal da felicidade verdadeira, que só existe na comunhão com Deus.



Este número se apresenta em vários aspectos no universo:


A Trindade é constituída de três Pessoas – o Pai, o Filho e o Espírito Santo.




O tempo é constituído de três partes – passado, presente e futuro.




A história também se divide em três partes: passado, presente e futuro.




O espaço é constituído de três dimensões: comprimento, largura e profundidade.




A terra é vista de três ângulos: céu, terra e mar.




O homem é constituído de três partes: corpo, alma e espírito.



A família se constitui de três partes – pai, mãe e filho.



Hegel disse que só se pode resolver um problema, quando se tem as três partes do mesmo: a tese, a antítese e a síntese.



A costureira tem três fases em seu trabalho: desenha o molde, corta o tecido sobre o mesmo e em seguida costura o tecido.



Quando uma pessoa crê em Jesus Cristo de todo o coração (parte 1), e confessa o Seu Nome (parte 2), ela é salva (parte 3) (Romanos 10:9-10).




Cada verso da Escritura possui três aplicações: histórica, doutrinária e espiritual.





A Bíblia se compõe de três partes – O Velho Testamento, o Novo Testamento e o Senhor Jesus Cristo – Este, sentado à destra do Pai,  no céu.
O Velho Testamento termina em Malaquias 5:5-6, com esta profecia: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor...” Jesus veio. O Novo Testamento termina em Apocalipse 22:20, com estas palavras: “Ora, vem, Senhor Jesus”.

         Como se pode ver, os dois Testamentos estão incompletos, até que venha a terceira parte da Bíblia – o Senhor Jesus Cristo – a própria razão da Bíblia, por ser o VERBO, através do qual Deus fala com o homem. E por isso é necessário que Ele venha pela segunda vez. Deus nunca fez coisa alguma incompleta.

         Em João 1:1, lemos que Jesus é “o Verbo”. Em Apocalipse 19:13 lemos: “O nome pelo qual ele (Jesus) é chamado é a palavra de Deus”. Jesus é a Palavra encarnada, assim como a Bíblia é o Verbo encadernado (escrito), o Filho presente na Escritura. Em João 5:7 lemos: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a palavra e os Espírito Santo; e estes três são um”.  Então fica evidente que a Bíblia estará incompleta, até que venha  o Senhor Jesus Cristo,  em Sua Segunda Vinda.

         Já vimos que o número três representa a Trindade. Todas as coisas importantes do universo se manifestam de três maneiras, para serem completas.

         Só devemos clamar pelo Nome de Jesus usando a fórmula trina: Senhor Jesus Cristo. Algumas denominações costumam usar apelações como: “Meu Jesus”, “Doce Jesus”, “Querido Jesus” e outras desse gênero. As “santas” do Catolicismo Romano, imbuídas de misticismo e histeria, costumavam clamar pelo nome de Jesus usando esses apelativos adocicados.

O Senhor Jesus Cristo é o másculo Criador e Sustentador do universo (Hebreus 1:3). É o Filho de Deus encarnado, crucificado e glorificado (três etapas) Ele revela o Pai, revela a Si mesmo e revela o Espírito Santo.

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Dr. Peter Ruckman



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sábado, 10 de dezembro de 2016

VIRTUDES - A GUARDA PESSOAL DE JESUS


Efésios 1.21 – “acima de todo Principado, Potestade, Virtude, Dominação e de todo nome que possa haver neste mundo como no futuro”.

Os Virtudes são os anjos ligados diretamente a Jesus. Esse coro de seres superiores atuam como os serviçais mais diretos a Jesus.

O anjo que aparece a José em sonho, é um membro do coro dos Virtudes.

Mateus 1.20 - Mas, depois de ter pensado nisso, apareceu-lhe um anjo do Senhor em sonho e disse: "José, filho de Davi, não tema receber Maria como sua esposa, pois o que nela foi gerado procede do Espírito Santo”.


Os anjos que apareceram aos pastores são do Coros dos Virtudes.

Lucas 2:9-14

9 E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados.

10 Mas o anjo lhes disse: "Não tenham medo. Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo:

11 Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor.

12 Isto lhes servirá de sinal: encontrarão o bebê envolto em panos e deitado numa manjedoura".

13 De repente, uma grande multidão do exército celestial apareceu com o anjo, louvando a Deus e dizendo:

14 "Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais ele concede o seu favor".



Os anjos que serviram Jesus após a tentação no deserto são do coro dos Virtudes.

Mt 4.11- “Então o diabo o deixou, e anjos vieram e o serviram”


Os anjos presentes na ressurreição de Jesus são Virtudes.

Mateus 28.2-8

2 E eis que sobreveio um grande terremoto, pois um anjo do Senhor desceu do céu e, chegando ao sepulcro, rolou a pedra da entrada e assentou-se sobre ela.

3 Sua aparência era como um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve.

4 Os guardas tremeram de medo e ficaram como mortos.

5 O anjo disse às mulheres: "Não tenham medo! Sei que vocês estão procurando Jesus, que foi crucificado.

6 Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde ele jazia.

7 Vão depressa e digam aos discípulos dele: ‘Ele ressuscitou dentre os mortos e está indo adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês o verão’. Notem que eu já os avisei".

8 As mulheres saíram depressa do sepulcro, amedrontadas e cheias de alegria, e foram correndo anunciá-lo aos discípulos de Jesus.



Finalmente os anjos presentes na ascenção de Jesus são Virtudes.

Atos 1:10,11

10 “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco.

11 Os quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”.



Os Virtudes Celestes acompanharam o processo cósmico da ascenção de Jesus. Estavam presentes para viabilizar a viagem pelos ares da dimensão do mundo físico até a travessia do véu da realidade rumo à dimensão superior onde Cristo está em corpo físico.  Ao verem Jesus sendo ascendido aos céus, os Virtudes o escoltaram enquanto cantavam: “levantai o portas vossas cabeças, levantai o portais eternos, para que entre o Rei da Glória” (Sl 24:7-10).

Os Virtudes sempre estiveram ligados ao trabalho que Jesus haveria de executar e executou. A missão deles sempre foi viabilizar o processo espiritual que envolvia os caminhos que o Mestre escolheu. 

Podemos apenas imaginar!.. E imaginar não é pecado.

Pense na quantidade de batalhas que esses anjos travaram contra as forças das trevas no período em que Jesus passou pelo nosso mundo. Jesus sempre teve seus sentidos espirituais com funcionamento perfeito, e devido a isso Cristo via os anjos e as batalhas espirituais. 

Jesus via simultaneamente o funcionamento do mundo físico e do mundo espiritual.

Uma determinada vez Ele mesmo deu testemunho de uma das derrotas de satanás. Ele se alegrou muito com a vitória e deu testemunho de ter visto o diabo cair como um raio.

Lucas 10:17,18

17 E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam.

18 E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu.

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A HIERARQUIA DOS SERES CELESTIAIS



SERAFINS


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M.e. César de Aguiar

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A INVISIBILIDADE DE DEUS E O ERRO HUMANO

Muitos membros do corpo de Cristo vivem sem apreciar os maravilhosos benefícios da invisibilidade de Deus.

Muitos cristãos não estão contentes com o fato de o nosso Sernhor ser o “Deus invisível, mas real”.  

Muitos têm a necessidade de ter uma segurança palpável de Sua presença. E por causa dessa insatisfação acabam por procurar a Deus nas exterioridades da vida.

Com o advento da propaganda gospel e da promessa de riqueza nessa vida, grande parte dos seguidores da religião cristã ‘enxergam’ em Deus apenas a possibilidade de melhorar de vida e prosperar financeiramente.

Dessa forma deixam de procurar a Deus pelo que Ele é e passam a procurar por um Deus que pode ser tocado, sentido e experimentado no corpo ou na alma.

“Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não veem são eternas” (II Co 4:16-18).

Outros ainda, tentam a Deus, sempre colocando-o em teste.

Querem que Deus prove Sua presença realizando algum milagre visível.
Esse foi o pecado que decretou a ruina de Israel no Deserto (Êx 17:1-7; Nm 14:1-25). Moisés alertou aos Israelitas para não fazerem isso (Dt 6:16). “Não tentem a Deus”! Os israelitas não deram ouvidos ao profeta, e por isso peregrinaram no deserto até a morte de uma geração inteira.

Satanás sugeriu que Jesus fizesse isso durante a tentação no deserto (Mt 4:5-7). Jesus o resistiu. 

Deus é invisível. Isso é um teste para sua fé.
Ele é invisivel mas é real.
Não procure Deus em coisas. Não tente a Deus pedindo a Ele que prove sua existencia te dando algum presente.

A verdadeira fé não pede sinais.
O que pede sinais é a dúvida.
A fé descansa.

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M.e. César de Aguiar
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domingo, 4 de dezembro de 2016

ASTAROTE CONTINUA ATUANDO NO MUNDO MODERNO

1 Samuel 31:8-10

8 Sucedeu, pois, que, vindo os filisteus no outro dia para despojar os mortos, acharam a Saul e a seus três filhos estirados na montanha de Gilboa.

9 E cortaram-lhe a cabeça, e o despojaram das suas armas, e enviaram pela terra dos filisteus, em redor, a anunciá-lo no templo dos seus ídolos e entre o povo.

10 E puseram as suas armas no templo de Astarote, e o seu corpo o afixaram no muro de Bete-Sã.

Esse texto retirado das Escrituras Sagradas nos dá uma ideia da influencia religiosa sobre os negócios políticos. Tudo se tratava de religião! E toda guerra era travada em nome de alguma divindade.

As guerras transcendiam os campos de batalha, e quando os exércitos se chocavam, era muito mais que espadas e paredes de escudos. Era uma batalha entre deuses que exigiam uma porção de território, onde iriam exercer suas influências sobre os homens.

Quando o exército perdedor sangrava nos vales, a vitória não pertencia ao país ou ao exército que hasteava a bandeira. A vitória pertencia ao deus que protegia esse exército.
No caso específico desse texto das Escrituras, Israel perdeu a batalha. E isso significava que o Deus de Israel havia perdido. Mas não foi o povo filisteu que ganhou. Os louros e despojos de guerra foram dedicados à deusa que era adorada na Filístia. Astarote venceu!

Mas quem é Astarote?

Astarote é o nome assumido por uma entidade do reino das trevas, que no mundo antigo se apresentava como a principal divindade do sexo feminino. Ela era adorada na Síria, Fenícia e toda a terra de Canaã. Seus adoradores a cultuava como deusa-lua e era conhecida como uma consorte de Baal, que nessa antiga mitologia era o deus mais difundido e se apresentava como deus-sol.

Essa divindade pagã é frequentemente representada na forma de figura feminina desnuda, com órgãos sexuais rudemente exagerados.

Para construção de suas imagens de escultura e pintura cuneiforme, sua apresentação era feita principalmente como uma deusa da fertilidade.

O culto a Astarote era a celebração da fertilidade, sendo que a parte mais destacada do ritual em sua adoração consistia em orgias sexuais nos templos e nos altos de montanhas devotados à adoração ao deus Baal. Nos locais de culto a Baal, o culto a Astarote consistia em sexo ao ar livre, onde homens e mulheres cultuavam aos deuses, prostituindo-se. A cerimônia objetivava celebrar a fertilidade usando o sexo como simbologia.

Existe um provérbio antigo que fala acerca do perigo de não se ser eficiente em matar uma cobra – o perigo da cobra mal matada. Segundo a sabedoria do provérbio esse ser se volta contra quem o feriu e passa a viver em função de infernizar e perseguir.
Josué e os Juízes que vieram após ele foram ineficazes em tomar definitivamente a Terra de Canaã. E por causa da ineficácia da conquista, a adoração a Astarote sobreviveu e atormentou Israel por longas gerações.

Quando Deus mandou tomar a terra e matar todos os seus habitantes, não se tratava apenas de tomada de terras e riquezas. Tratava-se principalmente de limpeza étnica e purificação da terra através da eliminação da semente da serpente. Ao eliminar os povos pagãos, Israel estava destruindo todos os falsos deuses que imperavam naquele lugar.
Josué foi o comandante mais pulso firme que existiu, mas ele sozinho não conseguiu terminar a tarefa, e seus sucessores fizeram acordos ao invés de destruir.

Assim que Josué morreu, o culto a Astarote foi reestabelecido com muita força e muitas famílias hebreias trouxeram ídolos pagãos para dentro de suas casas.

Juízes 2:12-14

12 E deixaram ao Senhor Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses dos povos, que havia ao redor deles, e adoraram a eles; e provocaram o Senhor à ira.

13 Porquanto deixaram ao Senhor, e serviram a Baal e a Astarote.

14 Por isso a ira do Senhor se acendeu contra Israel, e os entregou na mão dos espoliadores que os despojaram; e os entregou na mão dos seus inimigos ao redor; e não puderam mais resistir diante dos seus inimigos.

Israel não cumpriu a lição de casa. Deus mandou eliminar a todos os pagãos de Canaã, todavia Israel levantou a bandeira da paz e fez acordos com os pagãos. Isso custou caro não somente ao povo de Israel. A desobediência dos hebreus custou caro a toda a humanidade, e por causa da ineficiência em obedecer o comando de Deus, a deusa Astarote e seu amante Baal continuam ativos no mundo até os dias de hoje. Esses deuses das trevas mudaram de nome, de aparência e de estratégia, como sempre fizeram ao longo da história. Todavia, nos dias de hoje eles estão mais fortes do que nunca. Astarote e Baal, usando nomes e aparência diferentes estão infiltrados na cultura, na política e na religião.

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M.e. César de Aguiar

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sábado, 3 de dezembro de 2016

OS ANJOS QUE NÃO SE CURVARAM A LÚCIFER

Com a queda da Velha Serpente, houve um arrastão em todas as castas hierárquicas em cada respectiva dimensão anjélica. 

No comando da rebelião, Lúcifer arrastou consigo membros de todos os níveis de criação com exceção de dois níveis.

Dois níveis de criação não foram seduzidos pelos ardis do Querubim rebelado.


LÚCIFER NÃO ARRASTOU NENHUM SERAFIM!

Os Serafins são seres superiores aos Querubins. Ou seja, os Serafins sempre estiveram acima de Lúcifer. Sempre foram mais poderosos e mais próximos de Deus. 

Como os Serafins são o primeiro nível de criação, esses seres maravilhosos se consomem totalmente em cada pronuncia da palavra SANTO. A vida dos Serafins está intimamente ligada à fonte do Trono divino. 

Serafins não viveriam longe de Deus!

Quando eles inspiram o “ar”, o folego que penetra seus “pulmões” é o “aroma” que emana diretamente do Trono de Deus. Enquanto eles pronunciam: Santo, Santo, Santo..., esse “ar” vai acabando. 

Os Serafins vivem em eterno êxtase diante do trono do Todo Poderoso. Continuamente eles pronunciam a palavra SANTO. Eles fazem isso contiuamente e enquanto lhes restam até o último fôlego de vida. No momento em que o “ar” que está em seus "pulmões" se acaba, e quando não suportam mais, e quando estão à beira da morte, os Serafins precisam desesperadamente de mais “ar”. Nesse momento, involuntariamente eles inspiram o "ar da glória" do Todo Poderoso e continuam pela eternidade clamando: "SANTO, SANTO, SANTO". 
Se um Serafim estiver distante do Trono da Glória, lá não haverá o "ar" que o mantém vivo. Longe de Deus a existência do Serafim chega ao fim.

Por esse motivo Lúcifer não arrastou nenhum Serafim consigo.



LÚCIFER NÃO ARRASTOU NENHUM TRONO!

Os Tronos são limitados a 72 membros. 
24 membros em Yetzirah – O Mundo da Formação, 
24 membros em Briah -  O Mundo da  Criação, e
24 membros em Atziluth – O Mundo da Emanação.

Conforme o texto bíblico, o número de Tronos não reduziu com a queda de Lúcifer. Isso nos leva a afirmar que Lúcifer não arrastou nenhum Trono.

Quando Lúcifer diz: “colocarei meu trono acima do trono de Deus”, ele se referia a um anjo dessa hierarquia, e não como muitos pensam que seria um lugar ou coisa para se sentar.

Isaías 14.13 – “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte”.

Com toda certeza, Lúcifer assediou um membro do Coro dos Anciãos (outro nome para a hierarquia dos Tronos), mas esse não se deixou levar pela sedução do Inimigo de Deus. 

Dessa forma Lúcifer levou consigo outro membro dos querubins, que na hierarquia da trevas foi rebaixado a um Trono. 

Lúcifer era um Querubim. 
Como ele não conseguiu convencer um Trono a se rebelar com ele, Lúcifer convenceu um membro de sua hierarquia para ser seu lacaio imediato. 
Esse lacaio imediato de Lucifer era um Querubim que teve sua patente rebaixada para a patente de Trono e que leva consigo a vice-presidência do governo da trevas.

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OS SEGUIDORES DE LÚCIFER EM SUA REBELIÃO

http://teolovida.blogspot.com.br/2016/11/os-seguidores-de-lucifer-em-sua-rebeliao.html

A HIERARQUIA DOS SERES CELESTIAIS

http://teolovida.blogspot.com.br/2015/05/a-hierarquia-dos-seres-celestiais.html


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M.e. César de Aguiar




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