A estratégia do diabo foi inteligente e arrojada.
O princípio teológico usado por satanás era perfeitamente pavimentado
pelo raciocínio lógico: ‘- Deus é santo e seu caráter não admite o pecado.
Quando o homem pecar, a ira de Deus irá se manifestar e será obrigado a
destruir aquele que foi criado para me substituir’.
Satanás nunca mudou, nem nunca vai mudar de estratégia. Percebemos isso
se repetindo em diversos momentos da narrativa bíblica.
A história de Balaão e Balaque é contada entre os capítulos 22 e 24 do
Livro de Números.
O rei Balaque procurou Balaão para que este profetizasse contra Israel.
Balaão respondeu a Balaque que isso era impossível porque Israel era o povo
escolhido do Senhor. Todavia Balaque instigou Balaão, e para convencê-lo deu a
ele muitos presentes.
Balaão disse a Balaque: ‘- Amaldiçoar não tem jeito! Mas podemos colocar
entre os israelitas algumas mulheres de costumes pagãos. Eles vão se unir a
elas e elas vão ensinar costumes errados a eles. Eles vão adorar outros deuses
e o Senhor do céu os destruirá’.
Satanás sempre soube que não poderia destruir o homem. Dessa forma, ele
deseja o tempo todo jogar o homem contra Deus. Quer que o homem blasfeme contra
o amor, contra a bondade e contra a soberania de Deus.
O diabo sabe que não tem o direito de tocar no homem. A sua intenção é
fazer com que o homem peque contra Deus, para que Deus o destrua.
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
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