“Porque mil anos são aos teus
olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite” (Sl 90.4). Foi isso que Moisés disse usando
outras palavras: ‘Porque mil anos são aos teus olhos como 24 horas que se
passaram ou como 4 horas da noite’.
Muito tempo após esse ‘postulado científico’ ser escrito, o Apóstolo
Pedro parece ter ‘elevado essa ciência’ para outro patamar quando cita o grande
profeta em sua segunda epístola: “para o
Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pe 3.8). Pedro
‘melhorou’ o conceito da física de Moisés quando afirmou que 1 dia é como 1000
anos.
A contagem de Moisés, diferente da contagem de Pedro, não criava uma
relação de proporcionalidade, de equivalência. Pedro é enfático, ao desenhar
uma equação: 1000 anos é igual a 24 horas e 24 horas é igual a 1000 anos.
1000 anos = 24 hs
O símbolo de igualdade faz com que o lado esquerdo e direito da equação
sejam absolutamente proporcionais.
Como 1000 anos teriam 250 anos bissextos, podemos refazer a equação da
seguinte forma:
X= 8.766.000 horas
Y= 24hs
X = Y
8.766.000 horas = 24 hs
Mas seria essa equação uma equivalência literal? Certamente que não! A
equivalência entre X e Y nos leva à conclusão de que Pedro sabia que o tempo
não era uma constante, sendo que a única explicação lógica para sua afirmação
era que de alguma maneira Pedro sabia que o tempo poderia dilatar ou encolher.
A essência do mistério da Teoria da Relatividade tem um elemento comum
na literatura de Moisés e Pedro.
Einstein foi eficaz em ocultar sua fonte!
Cesar de Aguiar
teolovida@gmail.com
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