quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

A RELATIVIDADE DE MOISÉS


“Porque mil anos são aos teus olhos como o dia de ontem que passou, e como a vigília da noite” (Sl 90.4). Foi isso que Moisés disse usando outras palavras: ‘Porque mil anos são aos teus olhos como 24 horas que se passaram ou como 4 horas da noite’.

Muito tempo após esse ‘postulado científico’ ser escrito, o Apóstolo Pedro parece ter ‘elevado essa ciência’ para outro patamar quando cita o grande profeta em sua segunda epístola: “para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia” (2 Pe 3.8). Pedro ‘melhorou’ o conceito da física de Moisés quando afirmou que 1 dia é como 1000 anos.

A contagem de Moisés, diferente da contagem de Pedro, não criava uma relação de proporcionalidade, de equivalência. Pedro é enfático, ao desenhar uma equação: 1000 anos é igual a 24 horas e 24 horas é igual a 1000 anos.

1000 anos = 24 hs

O símbolo de igualdade faz com que o lado esquerdo e direito da equação sejam absolutamente proporcionais.

Como 1000 anos teriam 250 anos bissextos, podemos refazer a equação da seguinte forma:

X= 8.766.000 horas

Y= 24hs

X = Y

8.766.000 horas = 24 hs

Mas seria essa equação uma equivalência literal? Certamente que não! A equivalência entre X e Y nos leva à conclusão de que Pedro sabia que o tempo não era uma constante, sendo que a única explicação lógica para sua afirmação era que de alguma maneira Pedro sabia que o tempo poderia dilatar ou encolher.

A essência do mistério da Teoria da Relatividade tem um elemento comum na literatura de Moisés e Pedro.

Einstein foi eficaz em ocultar sua fonte!


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

 

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