domingo, 28 de dezembro de 2025

MALAQUIAS (“MEU MENSAGEIRO”):



- Para quem foi escrito este livro? Para os judeus que voltaram do exílio.

- Por quem foi escrito (autor)? Malaquias.

- Em qual momento histórico? Quando o Templo e os muros estavam sendo reconstruindo.

- Por que este livro foi escrito? Porque o povo estava profanando a aliança nos seus relacionamentos conjugais, sociais e econômicos.

- Para quê este livro foi escrito? Para o povo entender a importância e a autoridade de Lei na reconstrução da nação e dispor-se a obedecer a Deus.


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com


domingo, 21 de dezembro de 2025

ZACARIAS (“JEOVÁ SE LEMBRA”):


 - Para quem foi escrito este livro? Para os judeus que voltaram do exílio.

- Por quem foi escrito (autor)? Zacarias.

- Em qual momento histórico? Quando o Templo estava sendo reconstruindo.

- Por que este livro foi escrito? Porque, devido à forte oposição externa e aos proble-mas internos, o povo andava sem esperança quanto ao futuro.

- Para quê este livro foi escrito? Para garantir ao povo que o seu futuro está nas mãos de Deus, cuja presença trará paz e prosperidade a Israel.


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

A LUZ

 

“E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas” (1Jo 1.5).

Porque (?), dentre todos os elementos presentes no mundo manifestado, o Criador, no ato de definir a Si mesmo, escolheu a LUZ como elemento nomeador de sua natureza?

Na aurora dos tempos, tudo que foi criado estava imerso na mais absoluta escuridão. Tudo era disforme e vazio. Embora o universo não estivesse abandonado à própria sorte, certamente, o Espírito de Deus não iria ficar pelas eternidades pairando sobre a face das águas.

Uma faísca da energia do Criador foi manifestada e seu poder organizou todos os elementos da manifestação que jazia oculta pela escuridão. A LUZ foi criada objetivando a definitiva derrota do reinado das trevas.

Somente a LUZ possui massa, energia e velocidade infinita. Somente a LUZ detém as propriedades impossíveis de serem copiadas e domesticadas pelos homens. “A qual a seu tempo mostrará o bem-aventurado, e único poderoso Senhor, Rei dos reis e Senhor dos senhores; Aquele que tem, ele só, a imortalidade, e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver, ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém” (1 Tm 6:15,16).

‘- Qual é a única força imutável e constante de todo o universo?’ ‘- A Luz’.

A LUZ está para além de ser o elemento que melhor simboliza a natureza de Deus. Ela é uma parte do poder ativo do Criador manifestada não só para o mundo dos sentidos. A LUZ transcende os limites das sensações físicas e mentais.

A mesma luz que atua sobre o corpo físico também é percebida pelo homem astral. Esse homem espiritua é aquele que atua como o guerreiro que luta a batalha de vencer e subjugar o corpo da carne.

O homem é um microcosmo.

Partindo da compreensão do princípio de correspondência entre terra e céu, sabemos que no homem se manifestam todas as forças e propriedades do universo, postulado que matéria e espírito são correspondentes.

O homem é um cidadão de dois mundos, híbridos de matéria e espírito, terreno e celestial. Ele é o único ser que traz em si, ambas as partes das dimensões da criação.

No homem reside a evolução plena de todos os reinos criados: mineral, animal e espiritual.

A LUZ se manifesta ao espírito e à matéria sempre da mesma maneira. Ela não muda de forma para ser percebida pelos dois polos da dicotomia.

Conforme o texto do Novo Testamento, Deus é o Pai das Luzes, o progenitor da energia que cede vida a tudo o que existe. “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tg 1:17).

A nossa luz visível é uma manifestação da Luz o Pai das Luzes. A luz que fala aos olhos da carne é a mesma que ilumina o interior da residência do espírito.

Estando aberta as janelas da alma, a luz pode invadir o ambiente e iluminar o corpo estelar.

“E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada” (Ap 21:23). Em um nível mais elevado da criação, rompida a barreira do tempo, sendo nós admitidos no reino da eternidade, a Luz é o elemento que reveste a aparência do Cordeiro.Nesse lugar não existe tempo ou dimensões espaciais. Tempo e espaço estão definitivamente sujeitados a serem relativos à única constante do universo: A Luz.

O espírito do homem foi criado do tecido da luz, sendo que para a perpetuação da sua luminosidade, o ser astral deve receber a Luz do Criador. Diante da irradiação da ‘chama de luz’, o corpo da carne se despedaça, deixando vazio o trono do controle do ser.

Enquanto o corpo físico domina a alma, o corpo astral fica acorrentado e impedido de se movimentar na direção da evolução aos níveis superiores.

É impossível escalar a Escada de Jacó enquanto estiver acordado em sua carnalidade e racionalidade sensorial. Assim como Jacó, o homem deve dormir e sonhar. Deve se desligar do mundo manifestado e adentrar no salão onde os anjos sobem e descem pela escada da evolução espiritual.

A alma é o avatar de dois corpos. Ela quase sempre faz a opção errada em privilegiar a natureza densa e grosseira; perdendo assim, a conexão primitiva com o Pai dos Espíritos.

O ‘nascido de novo’ deve buscar, bater e procurar. Aquilo que ele busca, também o está buscando.

Que o aprendizado percebido pelos ouvidos da carne descortine os caminhos do labirinto da alma e encontre o corpo da evolução.

“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (Mt 11:15).

O espírito diz à carne: 'sois sombra, pois então, amarre seu tecido ao meu. Ligue-se a mim pelo fio de prata e não se afaste mais. Seja a sombra do que eu sou, a manifestação do que eu devo ser. Seja rápido no tempo’, “Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Ec 12:6,7).


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

domingo, 14 de dezembro de 2025

AGEU (“FESTIVO”):



- Para quem foi escrito este livro? Para os judeus que voltaram do exílio.

- Por quem foi escrito (autor)? Ageu.

- Em qual momento histórico? Quando o Templo estava sendo reconstruindo.

- Por que este livro foi escrito? Porque o povo de Deus interrompeu a reconstrução do Templo por mais de 15 anos devido à oposição externa e desencorajamentos internos (essa interrupção revelava, na verdade, uma indiferença para com a preciosa presença de Deus).

- Para quê este livro foi escrito? Para trazer ao povo a esperança de que Deus renovaria as promessas da sua aliança com Israel quando o trouxe de volta do cativeiro da Babilônia (e a reconstrução do Templo era parte importante dessa renovação).


Cesar de Aguiar


teolovida@gmail.com


quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

VOYER DA HISTÓRIA

 



A luz do sol viaja 8 minutos para chegar até nós.

Quando olhamos o sol, o vemos como ele era a 8 minutos atrás. Vemos o seu passado!

Ao olhamos para o céu, contemplamos luzes de estrelas que estão a bilhões de quilômetros de distância da terra. A luz emitida por elas, mesmo viajando em impressionante velocidade, quando são captadas por nossas retinas, milhões de anos já se passaram.

Toda a luz que chega do espaço até nós, foi emitida em um passado muito distante.

Olhar para o céu a olho nu, não é olhar para o presente. É olhar para um passado de tempos imemoriais!

Segundo alguns astrônomos, existem no universo estrelas tão distantes, que suas luzes ainda não chegaram a serem visíveis em nosso planeta, mesmo com o uso de potentes telescópios.

O universo ficou pronto, mas o que vemos da terra não passa de um pequeno retrato pendurado numa parede maior que a Muralha da China. O universo inteiro é a muralha e o que vemos em nossa carta celeste é uma pequena fotografia 3x4.

Ao apontarmos um telescópio em direção a uma galáxia distante, podemos nos ater à beleza de uma estrela; isso é uma viagem. Muito mais do que mera contemplação.

Quando olhamos uma estrela pelas lentes de um telescópio, na verdade estamos viajando no espaço e no tempo para contemplar relativamente o futuro e o presente daquele corpo celeste; essa visão depende exclusivamente do poder de alcance do telescópio.

Em relação ao observador da terra, estamos vendo o futuro da estrela. Em relação à estrela estamos vendo o seu presente. Para o observador na terra, a distância vencida pela lente do telescópio significa uma viagem no tempo!

Pense nessa experiência: ao olhar o espaço pelas lentes de um poderoso telescópio, você estará viajando no tempo para testemunhar de perto algo que aconteceu a milhões de anos da perspectiva do observador na terra.

E se você não usasse a lente do telescópio? Se você viajasse em um equipamento que acelera a uma velocidade superior à velocidade em que viajam a percepção das imagens? Certamente você estaria viajando no tempo, enquanto viaja pelo espaço.

Presente e futuro são percepções que dependem unicamente do referencial do observador.

Ao viajar numa velocidade superior à velocidade da luz, você estaria se deslocando no tempo e isso lhe daria a possibilidade de ser uma testemunha ocular do evento que deu origem ao nosso universo.

Para o Criador, o Passado, o Presente e o Futuro, simplesmente não existem, pois sob a perspectiva da luz, o tempo e o espaço se deformam até a absoluta inexistência.

Deus é Luz e por isso, afirmar que o Eterno sabe o nosso futuro é uma premissa que passa pela doutrina da Onisciência de Deus e se explica pelas equações da física.

“Que anuncio o fim desde o começo, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam” (Is 46:10).

Teólogos livres afirmam que o passado, o presente e o futuro existem e são estabelecidos de forma simultânea na Consciência de Deus. Para o Criador não existe a aprisionadora noção de sucessividade. 

Os fatos são sucessivos apenas para os humanos que percebem a manifestação da história sob o véu da realidade.

Nossa limitada consciência está acorrentada aos sentidos e é uma escrava do tempo. Estamos todos condenados ao tempo e fatalmente condicionados a esta noção de fatos que se sucedem.

Todavia, quando mergulhamos na experiência dos sonhos, percebemos que o tempo funciona numa perspectiva alheia ao tic-tac do relógio. O pensamento também funciona sem um marcador de tempo, entretanto estando sempre limitado pela sucessão dos fatos.

Afinal no mundo onde forjamos nossas histórias e imagens interiores, os eventos podem ser retardados ou apressados, repetidos e reinventados, mas sempre somos um refém do relógio.

As experiências metafísicas dos sonhos e dos pensamentos errantes nos dão um pequeno sinal do que será a percepção da consciência cósmica, quando o perfeito nos for revelado, quando por fim, “estando na luz, como ele na luz está”, transcenderemos a percepção da sucessividade.

Sem tempo e sem espaço, impossível de ser descrito, isso é o que Deus tem reservado para nós, os seus.


Cesar de Aguiar


teolovida@gmail.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 7 de dezembro de 2025

SOFONIAS (“ESCONDIDO NO SENHOR”):

 


- Para quem foi escrito este livro? Para os judeus do reino do Sul (Judá).

- Por quem foi escrito (autor)? Sofonias.

- Em qual momento histórico? Antes da queda de Judá nas mãos dos babilônicos.

- Por que este livro foi escrito? Porque o povo da aliança estava misturando a adoração pura ao Senhor com a idolatria dos povos vizinhos, em particular, a adoração a Baal.

- Para quê este livro foi escrito? Para predizer o duro castigo que Deus aplicará a Judá pela espada de um povo inimigo; mas, também, para anunciar sua salvação aos fiéis.


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

TODOS TEM UMA EXPLICAÇÃO

 


“Já fui católico, budista, protestante. Tenho livros na estante, todos tem explicação. Mas não achei! Eu procurei!” (Raul Seixas).

 Nunca parou de se escrever acerca dos dias da criação.

Desde a literatura da Grécia clássica, dos pictogramas egípcios, das tábuas de argila, até os mais modernos tratados de teologia sistemática, sempre houve estudioso disposto a manifestar sua opinião, constatação ou comentário sobre a forma usada pelas divindades históricas para construírem esse imenso prédio que chamamos de universo.

Esses relatos antigos, em função da suposta evolução do homem, com o passar do tempo recebem uma nova designação. O que era a religião de um povo passa a ser chamado de Mitologia. Nesse sentido o mitólogo Joseph Campbell, de forma intimista define muito bem o sentido do termo ‘Mitologia’: “Mitologia é o nome que damos à religião dos outros”.

É certo que ninguém tem satisfação em perceber que a religião que professa é considerada como mitologia por algum outro grupo.

A intolerância motiva a construção da apologética religiosa.

As faculdades cristãs são peritas em analisar a religião dos outros, incluindo no currículo de seus cursos acadêmicos uma matéria específica para condenar e denegrir as doutrinas e dogmas das outras religiões. Algumas faculdades chamam essa matéria de ‘Seitas e Heresias’, outras, na tentativa de parecerem mais elegantes dão um nome mais rebuscado para a mesma coisa, chamando a matéria de ‘Apologética Cristã’.

 Na defesa das prerrogativas de sua fé pessoal, o ser humano não mede esforços em elaborar argumentos que torne suas crenças mais legítimas, mais elegantes, mais carregadas de sentido, indo às últimas consequências através de assédio moral e intelectual na busca de aliciar prosélitos.

Certamente era o preconceito e a intolerância religiosa que motivava os fariseus dos tempos de Jesus a serem prosélitos profissionais. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que percorreis o mar e a terra para fazer um prosélito; e, depois de o terdes feito, o fazeis filho do inferno duas vezes mais do que vós” (Mt 23:15).

Em nenhum momento do Novo Testamento encontramos Jesus ou seus apóstolos praticando proselitismo. Eles pregavam a verdade que acreditavam e que haviam experimentado, contudo sem ofender a fé dos diferentes.

Muitos são os que vão considerar como mitologia o relato que apresentamos. Até mesmo os cristãos, ainda que diante de tantas evidências e citações das Escrituras, não vão abrir mão de continuarem no lugar comum de suas convicções religiosas tradicionais. Outros vão rir debochando do que virão a chamar de mitologia ou ficção bíblica.

Consideramos isso como aceitável. A crítica é vitamina para o método de aprendizagem e legítima no processo de evolução do conhecimento humano.

Verdades muito profundas são lugares ocultos a pessoas rasas.

Analisando os relatos da Bíblia Judaica constatamos que historiadores, filósofos e teólogos sempre estão dispostos a manifestarem suas opiniões acerca dos assuntos tangentes aos seis dias da criação, conforme exposto em Genesis capítulo 1.

Mesmo após muitos anos de discussão e depois de tantas teorias e explicações, nunca se chegou a uma unanimidade de opiniões!

Alguns afirmam que os dias de Genesis são dias literais de 24 horas, outros que se trata de eras, e ainda outros afirmam que os seis dias não falam da Criação, mas da recriação da terra, que na visão do escritor cristão George Hawkins Pember foi destruída por uma catástrofe, que está ‘descrita de forma oculta’ nas entrelinhas do segundo versículo das Escrituras.

A acidez da filosofia de Voltaire nos vem à lembrança para justificar nosso esforço em prosseguir com a busca pelas respostas: “Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas”. 

Voltaire não nos quer desanimar. Pelo contrário! O filósofo quer que continuemos perseguindo a verdade.

A continuidade dessa discussão é sinal de que ainda temos muito trabalho a realizar. Um trabalho inacabado dá sentido à existência, motiva a caminhada, confere razão de ser à realidade humana e torna a vida carregada de significado.

Nesse ensaio, vamos nos enveredar por outra via!

Nesse novo caminho não seguimos as pisadas dos mestres. Apenas continuamos a procurar o que eles procuravam.

Estamos pavimentando uma nova estrada, por onde novos estudiosos poderão trilhar deixando suas próprias marcas. Esperamos que os futuros desbravadores sejam mais eficazes do que nós mesmos. Esperamos que logrem sucesso no árduo trabalho de desgastar o tecido da realidade. Oxalá que mostrem à humanidade o que existe por detrás do véu.

"As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras” (Friedrich Nietzsche). Temos a certeza de que estamos no caminho certo, mas ainda não chegamos na claridade da resposta definitiva. Com trabalho e com ajuda, poderemos chegar cada vez mais perto! "A instrução é um esforço admirável. Mas as coisas mais importantes da vida não se aprendem, encontram-se” (Oscar Wilde). Se caminharmos na mesma direção, dando um passo de cada vez, um dia certamente chegaremos.

Equilibrar o peso do que a Bíblia diz sobre os seis dias da criação, com o peso das afirmações das teorias e postulados científicos é uma tarefa difícil de realizar! 

Aparentemente, a ciência e a religião estão brigando pela posição de ser a dona da razão! Parece que estão tratando conceitos teológicos e científicos a partir de abordagens completamente diferentes. Todavia, por mais diferentes que essas abordagens se pareçam, sempre é possível encontrar o ponto de equilíbrio. Afinal, uma verdade pode ser dita de várias maneiras diferentes sem contudo perder a sua essência.  Como está escrito nos Vedas: “a verdade é uma só, mas os sábios falam dela sob muitos nomes”.

A cultura do mundo pode ser analisada a partir de três abordagens: a abordagem histórica, a abordagem mítica e a abordagem mística. Embora essas três camadas hermenêuticas analisem os fatos por metodologias diferentes, o saldo deverá ser positivo para a evolução do conhecimento humano.

Individualmente cada uma das abordagens pode ser entendida como uma peça desse quebra cabeça e se faltar uma única peça jamais chegaremos ao quadro perfeito, por isso cabe a subordinação de admitir que a resposta final não é faculdade inexorável da ciência ou da religião.

Cabe ao exegeta usar corretamente cada uma das abordagens e finalmente unir todas elas, formando uma bela colcha a partir dos retalhos recortados da história, da ciência, da mitologia, do misticismo, da religião, mas principalmente da iluminação do sol que ilumina a superfície do lago das águas primordiais. Fazendo isso, poderemos conciliar as discussões entre ciência e religião.

Usando palavras, definições e nomenclaturas diferentes, afirmamos que a ciência reescreve as Escrituras, e pela mesma premissa podemos afirmar que a teologia insere variáreis na equação da Teoria do Tudo.

"Meus amigos, uma falsa ciência gera ateus, mas a verdadeira ciência leva os homens a se curvarem diante da divindade" (Voltaire).


Cesar de Aguiar

teolovida@gmail.com