Romanos 3:25-26

Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele
seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus".
Cristo morreu para satisfazer a justiça de Deus.
Cristo foi justo e por isso seu sacrifício é adequado.
Cristo se torna justificador, porque o motivo da sua
morte era esse: Pagar o preço, assumir a pena, cumprir a justa condenação pelos
pecados de toda a humanidade.
A morte de Cristo não é para perdoar pecados.
É para
cumprir a pena da condenação dos pecadores.
Se a cruz tratasse de perdão de pecados, Cristo não
precisava ter morrido.
A cruz trata de pagamento.
A cruz não perdoa pecados. A cruz pune os pecados.
Mas a cruz não pune os pecadores.
A cruz perdoa os
pecadores que se arrependem.
O
Padrão de Justiça
Jesus tinha uma fórmula para Sua pregação:
“vocês ouviram o que foi dito... eu porém vos digo”.
Os líderes religiosos do tempo de Jesus se consideravam o
próprio padrão de justiça.
A Parábola do Publicano e do Fariseu exemplifica bem
isso.
Mateus 5:20
“Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a
dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”.
Na definição de Jesus, verdadeira retidão não é a que os
homens julgam como correta, baseada apenas na aparência das ações.
Verdadeira
retidão é aquela que jorra do coração e que se comunica com a verdade revelada
nas Escrituras.
Lucas 16:15
"E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós
mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que
entre os homens é elevado, perante Deus é abominação".
A
Justiça de Deus e a Auto Justiça Humana
Não somos salvos por nossa própria justiça.
Só podemos ser salvos pela Justiça que é de Cristo.
Quando o homem tenta se aproximar de Deus pela via das
boas obras e esforço pessoal, na verdade esse homem está cometendo o maior de
todos os pecados:
O pecado a Auto Justiça.
Somos salvos por um presente de Deus.
Somos salvos pela
Misericórdia de Deus.
Fazer da auto justiça um caminho para a salvação é
equivalente a rejeitar o maior presente de Deus para a humanidade.
É
equivalente a excluir a necessidade da morte de Cristo.
(A JUSTIÇA DE DE DEUS - PARTE 04)
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Me. César de Aguiar